Três novas denúncias de estupro de vulnerável surgem contra professor em Timon

Novas denúncias de estupro contra crianças, envolvendo o professor Milton Pereira, foram encaminhadas à Polícia Civil de Timon. O mais recente surgiu na manhã desta terça-feira (9). Ele foi autuado por violentar sexualmente uma criança de 8 anos com autismo no município.

De acordo com informações divulgadas pelo delegado Cláudio Mendes, Milton Pereira teria cometido outros abusos contra uma criança de 11 anos e outra de 13. Na manhã de hoje, uma nova denúncia foi apresentada, também como vítima uma criança de 13 anos.

Com os novos casos, Milton Pereira agora é suspeito de quatro casos de violência sexual contra crianças. A Polícia Civil solicita que novas possíveis denúncias continuem sendo feitas.

Milto Pereira está preso desde o último sábado (6). À polícia, ele confessou o crime e alegou tê-lo cometido por estar embriagado. O abuso foi evidenciado por sangue na bermuda da vítima, que relatou o crime à mãe.

O Imparcial

Filho de ex-prefeito de Vargem Grande é executado a tiros na porta de casa

O filho do ex-prefeito de Vargem Grande, José Pedro da Silva, o ‘Zé Preto’ foi executado a tiros na porta de casa, no último domingo (7). A vítima foi identificada como Thiarles Chankes Viana Barros, de 43 anos.

Segundo informações, os suspeitos chegaram no local já atirando. A vítima foi alvejada com cinco disparos e morreu no local.

O crime, que segundo a polícia tem características de execução, está sendo investigado. Ninguém foi preso até o momento.

CNB

Homem mata o próprio irmão em Vitorino Freire, com golpe de faca

Um jovem de 19 anos, conhecido como Matheus Sampaio, natural de Santa Luzia-MA, matou seu próprio irmão na noite desse último sábado, 06, em Vitorino Freire, Maranhão.

A vítima era conhecida como Leandro Sampaio; segundo informações obtidas, o crime aconteceu após a vítima e o autor entrarem em luta corporal após uma discussão por conta de uma motocicleta.

Sampaio usou uma faca e desferiu um golpe contra o seu próprio irmão, causando o óbito da vítima.

Após o crime, o autor foi rapidamente preso pela polícia ainda no local e, imediatamente, foi encaminhado para uma unidade prisional localizada na cidade Bacabal, no Maranhão.

Blog Alex Ramos

Operação do MP prende dirigentes de empresas de ônibus de SP por suspeita de ligação com PCC

Três dirigentes das empresas de ônibus Transwolff e UPBus, que operam na capital paulista, foram presos na manhã desta terça-feira (9) em uma operação do Ministério Público de São Paulo por suspeita de ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Também foram cumpridos 52 mandados de busca e apreensão relacionados aos envolvidos.

Foram presos:

Luiz Carlos Efigênio Pacheco, conhecido como “Pandora”, dono da Transwolff. Ele foi preso dentro de casa.
Robson Flares Lopes Pontes, dirigente da Transwolff. Ele foi preso na garagem da Transwolff;
Joelson Santos da Silva.
Elio Rodrigues dos Santos. Não era dirigente de nenhuma empresa e não era alvo da operação, mas foi preso em flagrante por porte de arma.
Até a última atualização desta reportagem, Silvio Luis Ferreira, o Cebola, sócio da Upbus, estava foragido. Ele é o quarto dirigente de empresa alvo da operação desta terça.

As ações ocorreram na capital, Grande São Paulo e em cidades do interior paulista. No imóvel de um dos dirigentes, foram encontrados diversos fuzis, revólveres, além de dinheiro e joias.

A Justiça de São Paulo determinou ainda que a SPTrans, estatal de transporte coletivo da capital, assuma imediatamente a operação das linhas administradas pelas empresas Transwolff, que atua na Zona Sul, e da UPBus, que administra linhas na Zona Leste.

Há duas semanas, passageiros quebraram equipamentos do Terminal Varginha II após atraso de mais de duas horas em um das linhas operadas pela Transwolff. Por conta dos atrasos e falhas, a SPTrans tirou seis linhas da empresa e aplicou multa.

A SPTrans afirma que não há impacto na operação das linhas nesta manhã. A prefeitura da capital diz que irá assumir a operação sem que haja prejuízo à população.

Juntas, as duas companhias transportam cerca de 15 milhões de passageiros por mês.

As decisões judiciais estabelecem também o bloqueio de bens dos investigados, no valor máximo de quase R$ 600 milhões.

Os dirigentes das empresas devem se afastar dos cargos e cinco deles, ligados à UPBus, terão de cumprir medidas medidas cautelares – entre elas a proibição de frequentar a empresa de se ausentar da cidade sem comunicação prévia à Justiça.

A operação é realizada pela polícia Militar, Receita Federal e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o Cade, órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública que fiscaliza e combate abusos de poder econômico.

Investigação
Durante quase cinco anos de investigação, os promotores do grupo de combate ao crime organizado (Gaeco) reuniram indícios de que as empresas eram usadas pela facção criminosa para lavar dinheiro do tráfico de drogas e de outros crimes.

A suspeitas de que o crime organizado estava infiltrado no transporte público de São Paulo vêm desde os anos 1990, quando parte do sistema era operado por perueiros clandestinos, que faziam o trajeto entre os bairros mais afastados e os terminais de ônibus.

Em 2003, a prefeitura da capital transferiu a operação das linhas para a iniciativa privada. Parte do sistema ficou com as grandes empresas de ônibus e os itinerários mais curtos passaram a ser feitos por cooperativas. A maior delas era a Cooperpam, com sede na Zona Sul.

Ao longo dos anos, segundo o MP, os dirigentes dessa cooperativa montaram uma empresa e passaram a pressionar e até ameaçar os cooperados a transferir o controle da cooperativa para essa outra companhia, chamada de TW ou Transwolff.

Além disso, segundo os promotores, os diretores se apropriavam de parte da remuneração dos cooperados.

Dez anos depois, em 2013, quando o primeiro contrato de permissão da Prefeitura de SP chegou ao fim para todas as empresas, a Transwolff conseguiu assinar um contrato emergencial, que foi prorrogado durante anos, devido a um impasse no processo de concessão.

Só em 2019, depois que o TCM liberou a licitação, a prefeitura da capital assinou 32 contratos para a concessão das linhas de ônibus da cidade, por um prazo de 15 anos.

No caso da UPBus, o Ministério Público afirma que os diretores integram a cúpula da facção criminosa. Um dos donos da empresa era Anselmo Bicheli Santa Fausta, conhecido como “Cara Preta”.

Anselmo foi assassinado e degolado em dezembro de 2021. A cabeça dele foi deixada em uma praça do Tatuapé, também na Zona Leste.

Os promotores descobriram que outros chefes da facção criminosa fazem parte da direção da UPBus. Dois deles aparecem entre os sócios: Alexandre Salles Brito, chamado de Buiú, e Claudio Marcos de Almeida, o Jango. Eles já foram alvo de investigação por crimes graves como homicídios, tráfico de drogas, sequestros e roubo a bancos.

Parentes dos investigados também entraram para a sociedade. Segundo a investigação, eles têm profissões ou exercem atividades econômicas incompatíveis com o capital investido na UPBus.

Efetivo
É o maior efetivo já usado em uma operação do Ministério Público. Ao todo, são 340 policiais militares, 106 viaturas compreendendo todas unidades do Comando de policiamento de choque (1° BPChq, 2° BPChq, 3° BPChq, 4°BPChq, 5° BPChq e RPMon), bem como os agentes de inteligência.

Força externa empregada 43 agentes da receita federal com 20 viaturas, 64 membros do ministério público e 2 agentes do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

G1

Elon Musk e as milícias digitais: Supremo investiga ataques do bilionário para evitar crise institucional, analisa advogada

Após ameaçar reativar perfis bloqueados pela Justiça, o bilionário Elon Musk, dono da rede social X, foi incluído no inquérito das milícias digitais. O ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, também determinou que a conduta do bilionário seja investigada em novo inquérito e estipulou uma multa de R$ 100 mil para cada perfil que a plataforma reativar irregularmente.

Na decisão Moraes afirmou que as redes sociais não são “terra de ninguém” e que os provedores devem absoluto respeito à Constituição Federal.

Em entrevista a Julia Duailibi, a ex-assessora especial e secretária nacional para direitos digitais do Ministério da Justiça, Estela Aranha, analisa a canetada do ministro como uma tentativa de coibir a escalada de uma crise nas instituições democráticas brasileiras, uma vez que os ataques do bilionário trazem “agitação política” em torno de temas caros à Justiça brasileira.

“A empresa (X) soltou uma nota que diz que discorda da decisão, mas que irá recorrer…Efetivamente a decisão de Moraes não tem nenhuma penalidade a empresa enquanto ela não descumpre a lei”, ressalta a advogada. “Mas tem uma agitação política muito grande que o Elon Musk faz, e um ataque direto às instituições democráticas, e em especial às cortes brasileiras. Talvez a preocupação do STF ao fazer a manifestação seja de alguma forma conter esses ataques”.

“Aqui no Brasil você está tentando, de alguma forma, que a Justiça tenha alguma jurisdição sobre discursos golpistas, ilegais e criminosos”, diz.

A determinação do ministro acontece em meio a discussões sobre o combate a instrumentalização criminosa das redes sociais no Brasil. Parlamentares estão tentando pautar no Congresso a PL de regulação das redes sociais. O texto altera o Marco Civil da Internet e prevê a responsabilização imediata das plataformas em caso de conteúdos criminosos publicados pelos usuários.

G1

Segurança em obras e construções: Equatorial Maranhão destaca medidas para evitar acidentes com energia elétrica

Falar sobre segurança é sempre relevante, especialmente quando se trata de eletricidade, já que a energia elétrica é um bem essencial para a vida de todas as famílias, mas quando usada de forma inadequada pode gerar acidentes fatais. Na construção civil, por exemplo, a atenção com as normas de segurança deve ser redobrada, pois a proximidade com a rede elétrica ou até mesmo as ligações improvisadas podem causar acidentes. Por isso, a Equatorial Maranhão destaca medidas essenciais para prevenir acidentes relacionados à energia elétrica durante obras e construções.

Número de municípios em situação de emergência sobe para 15 no MA; desabrigados já são 1.716

O número de municípios do Maranhão em situação de emergência subiu para 15 nesta segunda-feira (8), segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Maranhão (CBMMA). O total era de 13 até a última quarta-feira (3).

Os temporais das últimas semanas já deixaram 1.716 pessoas desabrigadas, com certa de 692 famílias desalojadas. O alerta mais recente o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) pôs todo o estado do Maranhão sob alerta amarelo, com risco de chuvas intensas e perigo potencial.

Confira a lista completa de cidades afetadas:

Formosa da Serra Negra
São Roberto
São João do Sóter
Tuntum
Monção
Pindaré-Mirim
Conceição do Lago Açu
Lago da Pedra
Lagoa Grande do Maranhão
Carutapera
Governador Nunes Freire
Boa Vista do Gurupi
Trizidela do Vale
Cantanhede
Palmeirândia

De acordo com a Defesa Civil Estadual, as condições climáticas vem sendo monitoradas com foco nas zonas mais propensas a incidentes. Moradores de áreas identificadas como de risco estão sendo retiradas pela Defesa Civil, cujo foco são as necessidades básicas dessas pessoas, como alimento e abrigo.

Em caso de emergência, a orientação é de que se mantenha distância de áreas afetadas ou com solo encharcado, já que a terra úmida aumenta a possibilidade de desmoronamentos e deslizamentos.

O Imparcial