
Da esquerda para a direita: Monica, Sandra, Anna e Nathalya — Foto: Arquivo pessoal
Sandra, Anna, Monica e Nathalya trabalham juntas em Doha no atendimento de 270 turistas do mundo inteiro que vão curtir a Copa do Mundo de 2022.
Sandra está neste relacionamento há cinco meses. Foram dois meses para darem o primeiro beijo, um selinho. Ela comenta que dificilmente o casal fica sozinho, estão sempre em lugares públicos, como restaurantes, cinemas, shoppings e passeios com familiares e terceiros. No terceiro encontro, Ahrmed, o namorado, pediu Sandra em namoro. Com dois meses de namoro, ele propôs casamento.
“Ele falou que a família dele não aceitaria se eu não virasse mulçumana. Então eu disse: ‘se eu tiver que mudar a minha vida, você pode mudar a sua um pouco pra minha primeiro, se você conseguir fazer isso, eu vou conseguir fazer também’”, lembra.A proposta deu certo. Sandra tem levado o namorado para curtir a noite com as amigas, para dançar e para viver um pouco “como um brasileiro”, como ela descreve. E, diz Sandra, apesar de os árabes cataris serem “bem mais fechados”, existe uma certa flexibilidade com estrangeiros e não mulçumanos, principalmente neste período de Copa.
Há anos longe do Brasil, Anna Paula Oliva hoje mora entre Bordeaux, na França, e Doha, no Catar. Com o espírito empreendedor, ela diz que “segue” as Copas do Mundo. “Trabalho com hospedagem na França desde 2015. Eu gosto das Copas, essa vai ser a minha quarta. Vim para um evento de um casamento e conheci algumas pessoas do ramo de locação temporária. Então, me preparei por um ano e comecei a construir a minha empresa aqui, do zero”, explica.

Da esquerda para a direita: Nathalya, Monica, Anna e Sandra — Foto: Arquivo pessoal

Da esquerda para a direita: Monica, Sandra, Anna e Nathalya — Foto: Arquivo pessoal

Nathalya e Anna Oliva vestidas de verde e amarelo em Doha, no Catar — Foto: Arquivo pessoal
Por Fernanda Berlinck, g1
