Economista carioca compra mais 5% do Grupo Mateus e passa a ter 10% do capital acionário

O economista carioca Guilherme Aché, proprietário da Squadra Investimentos, adquiriu por meio de sua empresa, mais 5% das ações ordinárias do Grupo Mateus. A informação foi revelada na noite de quinta-feira, 12 de dezembro, pela rede supermercadista maranhense em comunicado ao mercado financeiro. Não há informações dos valores da negociação, porém baseando-se no valor de mercado e do número de ações negociadas, 110.038.689 (cento e dezmilhões, trinta e oito mil, seiscentos e oitenta e nove), o negócio pode ter superado os R$7 bilhões.

A Squadra Investimentos já tinha feito uma outra compra em 2021, quando adquiriu 5,1% ao comprar 110 milhões de ações, agora com a compra de mais 4,98%, a empresa passa a ter quase 10% das ações ordinárias do Grupo Mateus.

Apesar de um percentual considerável, a Squadra Investimentos informou que “não objetivam alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da Companhia”.

Guilherme Aché integrou o time que criou a JGP Gestão de Recursos, de André Jakurski e Paulo Guedes. Na época, ele trabalhava no banco Pactual quando recebeu o convite dos economistas.

Aché deixou a JGP Gestão de Recurso em 2007 para fundar a própria empresa. No mesmo ano, nascia a Squadra Investimentos, voltada para investimentos em ações. A gestora administra cerca de R$ 7,5 bilhões em ativos.

O executivo é fã do megainvestidor americano Warren Buffet, em quem busca inspiração e cuja estratégia em ações busca aprender.

No campo pessoal, Aché já “quebrou” como pessoa física em duas oportunidades.

A primeira foi em 1994, quando alocou grande parte de seus recursos em ações do Banco Nacional, que enfrentava dificuldades. O motivo foi um rumor de mercado que a instituição seria adquirida pelo Unibanco. A posterior intervenção pelo Banco Central, devido a problemas legais, frustrou essa expectativa.

O segundo caso aconteceu em razão de uma grande compra de opções da estatal de telecomunicações Telebrás. Um episódio de queda rápida das ações da empresa fez com que, em cerca de 20 dias, o executivo carioca perdesse todo seu dinheiro.

As informações são do site Suno.

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