
Muitos perguntam sobre a fortuna de Pelé. Segundo algumas plataformas internacionais de avaliação de patrimônio de famosos, como é o caso da Net Worth falam em dados que estimam que Pelé deixou 100 milhões de dólares (cerca de R$ 520 milhões) de patrimônio. A viúva, Márcia Aoki, casado desde 2016 com ele até morrer em dezembro de 2022, aos 82 anos, não é herdeira por direito.
Separação total
Segundo consta, no artigo 1.641 do Código Civil Brasileiro, a pessoa com mais de 70 anos não temo direito de escolher o regime de bens quando se casa. E por essa razão, é obrigatório segundo a lei ser o de separação total. Pelé tinha 75 anos quando se casou com a empresária. Assim o que o rei tinha antes de se unir oficialmente a Márcia Aoki continuou sendo só dele e vice-versa.
Mas quem realmente tem direito a fortuna deixada pelo rei do futebol? A certeza é de que há 8 herdeiros diretos de Pelé. São eles: os 6 filhos vivos (Kelly, Edinho, Jennifer, Flávia, Joshua e Celeste), além deles, os netos Otávio e Gabriel, filhos de Sandra Regina, a filha de Pelé que conseguiu ser reconhecida na Justiça. Ela morreu de câncer, aos 42 anos, em 2006. Teoricamente, a fortuna de Pelé seria dividida em 7 partes iguais (Otávio e Gabriel contam como 1 parte, pois representam a mãe falecida).
Possivelmente, o ex-jogador tenha deixado um testamento e assim é possível ter beneficiado outras pessoas, como a citada terceira esposa, Márcia Aoki, e a irmã, Maria Lúcia, que cuida da mãe deles, dona Celeste, de 100 anos. Com a morte de Pelé, a família precisa providenciar o inventário, que é o levantamento de todos os bens. A partir daí, se realiza a partilha. O patrimônio dele inclui duas mansões no Guarujá, litoral paulista. Em uma delas, com quatro andares e de frente para o mar, onde Pelé passou os últimos anos de vida ao lado de Márcia Aoki.
MN
