Comunicado ACRIVI sobre prazo de vacinação do rebanho contra Febre Aftosa até o dia 30 de abril de 2024

Prezados produtores associados, o Maranhão caminha para a conquista do novo status sanitário de zona livre de febre aftosa, e para a validação do novo status sanitário do estado de zona livre de febre aftosa (sem vacinação), teremos uma última etapa de vacinação, que vai ser realizada até o dia 30 de abril de 2024, sendo conveniente informar que: diferente das campanhas anteriores, essa etapa de campanha não terá possibilidades de prorrogação de prazo.

A conquista do status de zona livre da doença sem vacinação vai possibilitar abertura de mercado para a cadeia produtiva do gado e de seus produtos e subprodutos. Portanto, é imprescindível que todos os produtores cumpram o prazo estabelecido e realizem a vacinação de seus rebanhos até o dia 30 de abril. Contamos com a colaboração de todos para garantir o cumprimento deste importante dever e para assegurar a saúde e bem-estar de nossos animais.

Atenciosamente

Idelfonso de Oliveira Barros, presidente da ACRIVI

Alianças com nove partidos impulsionam a pré-candidatura de Dr. Júnior para as eleições de 2024 em Peritoró

A pré-candidatura do prefeito Dr. Júnior, a reeleição da Prefeitura de Peritoró, ganhou envergadura com o término da janela partidária, no sábado (6) em um grande café da manhã. A consolidação dos apoios partidários levou ao aumento significativo da representação que passou para nove partidos que selaram alianças em torno da sua pré-candidatura.

Dr. Júnior avaliou que toda a construção ocorreu tendo de base o projeto visando a importância do trabalho conjunto e a continuação do progresso para o município. “Somos um time de 9 Partidos (PT ; PC do B; PV; PP; PDT ; PODEMOS; REPUBLICANOS ; PL ; PSD) 72 pré-candidatos a vereador, um verdadeiro exército que está engajado , unido e acima de tudo focado em manter o maior projeto político já escrito em nosso município, baseado nos mandamentos de Cristo, onde só o amor, o trabalho, a humildade e acima de tudo o perdão sendo o único caminho para se fazer de Peritoró um lugar melhor pra se viver !!!! VIVA A DEMOCRACIA !!!! VIVA PERITORÓ!!!!”, iniciou o prefeito e pré-candidato Dr. Júnior.

“Um evento de grande valia para todos os peritoroenses, onde nós estaremos junto com o nosso prefeito, o Dr. Junior”, expressou a presidente da Câmara de Peritoró, Dona Lourdes.

“O PL está com o Dr. Junior, já é a terceira vez que o PL acompanha o Dr., porque o Dr. é o prefeito progresso, é o que quer a nossa cidade melhor”, ressaltou Ana do Chico Branco, presidente do PL em Peritoró.

“Hoje tivemos esse encontro, né, encontro de partidos, de pré-candidatos aqui no nosso município, todos aliados do nosso prefeito, o Dr. Júnior, e saímos daqui, emanados com o seu propósito, propósito de causa pela sociedade peritoroense”, disse Romário Garrido, presidente do REPUBLICANOS em Peritoró.

“É um dia muito importante para o nosso povo de Peritoró, estamos aqui junto com o nosso prefeito realizando o café da manhã com todos os pré-candidatos e candidatas e todas as lideranças políticas para que nós possamos dar largada dessa pré-campanha”, frisou o líder político Chico Miguel.

O atual prefeito Dr. Júnior consolidou de forma muito expressiva sua pré-candidatura a reeleição, fortalecendo e impulsionando seu nome para as eleições municipais em outubro com 72 pré-candidatos a vereador em sua coligação e nove partidos. “E neste dia 06 de abril, onde encerra a janela partidária, ou seja, onde pode fazer as filiações, estamos tendo esse grande evento formado pelos partidos, onde tem esse ato de filiação e acima de tudo, esse ato de compromisso, onde cada um que se filia hoje, dentro das perspectivas do seu partido, comungando de um único sentimento, que é continuar fazendo de Peritoró um lugar melhor para se viver, e vamos a luta porque em Peritoró o progresso chegou”, concluiu o prefeito Dr. Júnior.

Três novas denúncias de estupro de vulnerável surgem contra professor em Timon

Novas denúncias de estupro contra crianças, envolvendo o professor Milton Pereira, foram encaminhadas à Polícia Civil de Timon. O mais recente surgiu na manhã desta terça-feira (9). Ele foi autuado por violentar sexualmente uma criança de 8 anos com autismo no município.

De acordo com informações divulgadas pelo delegado Cláudio Mendes, Milton Pereira teria cometido outros abusos contra uma criança de 11 anos e outra de 13. Na manhã de hoje, uma nova denúncia foi apresentada, também como vítima uma criança de 13 anos.

Com os novos casos, Milton Pereira agora é suspeito de quatro casos de violência sexual contra crianças. A Polícia Civil solicita que novas possíveis denúncias continuem sendo feitas.

Milto Pereira está preso desde o último sábado (6). À polícia, ele confessou o crime e alegou tê-lo cometido por estar embriagado. O abuso foi evidenciado por sangue na bermuda da vítima, que relatou o crime à mãe.

O Imparcial

Filho de ex-prefeito de Vargem Grande é executado a tiros na porta de casa

O filho do ex-prefeito de Vargem Grande, José Pedro da Silva, o ‘Zé Preto’ foi executado a tiros na porta de casa, no último domingo (7). A vítima foi identificada como Thiarles Chankes Viana Barros, de 43 anos.

Segundo informações, os suspeitos chegaram no local já atirando. A vítima foi alvejada com cinco disparos e morreu no local.

O crime, que segundo a polícia tem características de execução, está sendo investigado. Ninguém foi preso até o momento.

CNB

Homem mata o próprio irmão em Vitorino Freire, com golpe de faca

Um jovem de 19 anos, conhecido como Matheus Sampaio, natural de Santa Luzia-MA, matou seu próprio irmão na noite desse último sábado, 06, em Vitorino Freire, Maranhão.

A vítima era conhecida como Leandro Sampaio; segundo informações obtidas, o crime aconteceu após a vítima e o autor entrarem em luta corporal após uma discussão por conta de uma motocicleta.

Sampaio usou uma faca e desferiu um golpe contra o seu próprio irmão, causando o óbito da vítima.

Após o crime, o autor foi rapidamente preso pela polícia ainda no local e, imediatamente, foi encaminhado para uma unidade prisional localizada na cidade Bacabal, no Maranhão.

Blog Alex Ramos

Operação do MP prende dirigentes de empresas de ônibus de SP por suspeita de ligação com PCC

Três dirigentes das empresas de ônibus Transwolff e UPBus, que operam na capital paulista, foram presos na manhã desta terça-feira (9) em uma operação do Ministério Público de São Paulo por suspeita de ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Também foram cumpridos 52 mandados de busca e apreensão relacionados aos envolvidos.

Foram presos:

Luiz Carlos Efigênio Pacheco, conhecido como “Pandora”, dono da Transwolff. Ele foi preso dentro de casa.
Robson Flares Lopes Pontes, dirigente da Transwolff. Ele foi preso na garagem da Transwolff;
Joelson Santos da Silva.
Elio Rodrigues dos Santos. Não era dirigente de nenhuma empresa e não era alvo da operação, mas foi preso em flagrante por porte de arma.
Até a última atualização desta reportagem, Silvio Luis Ferreira, o Cebola, sócio da Upbus, estava foragido. Ele é o quarto dirigente de empresa alvo da operação desta terça.

As ações ocorreram na capital, Grande São Paulo e em cidades do interior paulista. No imóvel de um dos dirigentes, foram encontrados diversos fuzis, revólveres, além de dinheiro e joias.

A Justiça de São Paulo determinou ainda que a SPTrans, estatal de transporte coletivo da capital, assuma imediatamente a operação das linhas administradas pelas empresas Transwolff, que atua na Zona Sul, e da UPBus, que administra linhas na Zona Leste.

Há duas semanas, passageiros quebraram equipamentos do Terminal Varginha II após atraso de mais de duas horas em um das linhas operadas pela Transwolff. Por conta dos atrasos e falhas, a SPTrans tirou seis linhas da empresa e aplicou multa.

A SPTrans afirma que não há impacto na operação das linhas nesta manhã. A prefeitura da capital diz que irá assumir a operação sem que haja prejuízo à população.

Juntas, as duas companhias transportam cerca de 15 milhões de passageiros por mês.

As decisões judiciais estabelecem também o bloqueio de bens dos investigados, no valor máximo de quase R$ 600 milhões.

Os dirigentes das empresas devem se afastar dos cargos e cinco deles, ligados à UPBus, terão de cumprir medidas medidas cautelares – entre elas a proibição de frequentar a empresa de se ausentar da cidade sem comunicação prévia à Justiça.

A operação é realizada pela polícia Militar, Receita Federal e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o Cade, órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública que fiscaliza e combate abusos de poder econômico.

Investigação
Durante quase cinco anos de investigação, os promotores do grupo de combate ao crime organizado (Gaeco) reuniram indícios de que as empresas eram usadas pela facção criminosa para lavar dinheiro do tráfico de drogas e de outros crimes.

A suspeitas de que o crime organizado estava infiltrado no transporte público de São Paulo vêm desde os anos 1990, quando parte do sistema era operado por perueiros clandestinos, que faziam o trajeto entre os bairros mais afastados e os terminais de ônibus.

Em 2003, a prefeitura da capital transferiu a operação das linhas para a iniciativa privada. Parte do sistema ficou com as grandes empresas de ônibus e os itinerários mais curtos passaram a ser feitos por cooperativas. A maior delas era a Cooperpam, com sede na Zona Sul.

Ao longo dos anos, segundo o MP, os dirigentes dessa cooperativa montaram uma empresa e passaram a pressionar e até ameaçar os cooperados a transferir o controle da cooperativa para essa outra companhia, chamada de TW ou Transwolff.

Além disso, segundo os promotores, os diretores se apropriavam de parte da remuneração dos cooperados.

Dez anos depois, em 2013, quando o primeiro contrato de permissão da Prefeitura de SP chegou ao fim para todas as empresas, a Transwolff conseguiu assinar um contrato emergencial, que foi prorrogado durante anos, devido a um impasse no processo de concessão.

Só em 2019, depois que o TCM liberou a licitação, a prefeitura da capital assinou 32 contratos para a concessão das linhas de ônibus da cidade, por um prazo de 15 anos.

No caso da UPBus, o Ministério Público afirma que os diretores integram a cúpula da facção criminosa. Um dos donos da empresa era Anselmo Bicheli Santa Fausta, conhecido como “Cara Preta”.

Anselmo foi assassinado e degolado em dezembro de 2021. A cabeça dele foi deixada em uma praça do Tatuapé, também na Zona Leste.

Os promotores descobriram que outros chefes da facção criminosa fazem parte da direção da UPBus. Dois deles aparecem entre os sócios: Alexandre Salles Brito, chamado de Buiú, e Claudio Marcos de Almeida, o Jango. Eles já foram alvo de investigação por crimes graves como homicídios, tráfico de drogas, sequestros e roubo a bancos.

Parentes dos investigados também entraram para a sociedade. Segundo a investigação, eles têm profissões ou exercem atividades econômicas incompatíveis com o capital investido na UPBus.

Efetivo
É o maior efetivo já usado em uma operação do Ministério Público. Ao todo, são 340 policiais militares, 106 viaturas compreendendo todas unidades do Comando de policiamento de choque (1° BPChq, 2° BPChq, 3° BPChq, 4°BPChq, 5° BPChq e RPMon), bem como os agentes de inteligência.

Força externa empregada 43 agentes da receita federal com 20 viaturas, 64 membros do ministério público e 2 agentes do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

G1

Elon Musk e as milícias digitais: Supremo investiga ataques do bilionário para evitar crise institucional, analisa advogada

Após ameaçar reativar perfis bloqueados pela Justiça, o bilionário Elon Musk, dono da rede social X, foi incluído no inquérito das milícias digitais. O ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, também determinou que a conduta do bilionário seja investigada em novo inquérito e estipulou uma multa de R$ 100 mil para cada perfil que a plataforma reativar irregularmente.

Na decisão Moraes afirmou que as redes sociais não são “terra de ninguém” e que os provedores devem absoluto respeito à Constituição Federal.

Em entrevista a Julia Duailibi, a ex-assessora especial e secretária nacional para direitos digitais do Ministério da Justiça, Estela Aranha, analisa a canetada do ministro como uma tentativa de coibir a escalada de uma crise nas instituições democráticas brasileiras, uma vez que os ataques do bilionário trazem “agitação política” em torno de temas caros à Justiça brasileira.

“A empresa (X) soltou uma nota que diz que discorda da decisão, mas que irá recorrer…Efetivamente a decisão de Moraes não tem nenhuma penalidade a empresa enquanto ela não descumpre a lei”, ressalta a advogada. “Mas tem uma agitação política muito grande que o Elon Musk faz, e um ataque direto às instituições democráticas, e em especial às cortes brasileiras. Talvez a preocupação do STF ao fazer a manifestação seja de alguma forma conter esses ataques”.

“Aqui no Brasil você está tentando, de alguma forma, que a Justiça tenha alguma jurisdição sobre discursos golpistas, ilegais e criminosos”, diz.

A determinação do ministro acontece em meio a discussões sobre o combate a instrumentalização criminosa das redes sociais no Brasil. Parlamentares estão tentando pautar no Congresso a PL de regulação das redes sociais. O texto altera o Marco Civil da Internet e prevê a responsabilização imediata das plataformas em caso de conteúdos criminosos publicados pelos usuários.

G1