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Cinco nadadores vão representar o Maranhão na Seleção Brasileira na Copa Pacífico de Águas Abertas

_Atletas têm apoio da Equatorial Maranhão por meio da Lei de Incentivo ao Esporte_

Saindo das piscinas da ATLEF/NINA, cinco atletas da natação maranhense vão representar o Brasil na Copa Pacífico de Águas Abertas em Salinas, Equador. Essa é uma grande conquista para o esporte do estado. Carol Hertel, Henrique Figueirinha, Milena Bordalo, Paulo Marcelo de Jesus e Noam Franchi são os convocados para a Seleção Brasileira de Águas Abertas, cada um disputando em distâncias diferentes, de acordo com a faixa etária.

A equipe ATLEF/NINA, é patrocinada pela Equatorial Maranhão por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte e tem apresentado uma constante evolução, alcançando significativas conquistas nacionais e internacionais. Dois dos projetos de esporte incentivados pela Equatorial são: o Projeto Águas Abertas do Maranhão para o Mundo e o Projeto Nado Olímpico, representados por Carol Hertel e Henrique Figueirinha, campeões brasileiros absolutos de suas respectivas modalidades, considerados os melhores do Brasil.

Alexandre Nina, treinador e coordenador da ATLEF/NINA, enfatizou a importância do patrocínio ao esporte. “O apoio da Equatorial é fundamental no cenário do desenvolvimento do esporte aqui. Nesse contexto, é importante destacar que se não houvesse a Equatorial, a gente não conseguiria alcançar esse nível. A nossa evolução depende muito do apoio que a Equatorial nos dá. Hoje, a natação talvez seja o esporte que tem maior correlação com alta performance da história do Maranhão, isso tem um impacto enorme para o nosso trabalho e a Equatorial é fundamental nisso’’, pontuou.

A distribuidora acredita que o Esporte pode transformar vidas e por meio desses incentivos deposita esperança nas pessoas e busca contribuir para que todos possam ter as condições necessárias para o acesso ao esporte. O patrocínio à natação acontece há muitos anos e os resultados são gratificantes e muito simbólicos ao esporte de alto rendimento do estado, e também no incentivo à prática do esporte, por meio da escolinha de natação mantida pela ATLEF/NINA por meio dos projetos patrocinados pela Equatorial, inclusive o Paulo Marcelo é fruto do projeto social. Entre outras iniciativas apoiadas pela Companhia, merecem destaque também as Ações Esportivas do Jaracaty, o projeto Liberdade com Basquete, a estação de lazer para pessoas com deficiência e idosos “Inclusive, Praia!’’, a Copa Interestadual de Basquetebol em Cadeiras de Rodas e o Centro Desportivo Maranhense para Cegos (Cedemac).

Para a nadadora Carol Hertel, o incentivo dos patrocinadores é essencial. “O patrocínio da Equatorial me ajudou bastante porque a gente passa o ano inteiro treinando para participar do máximo de competições possíveis e o apoio da empresa nos possibilita competir em todas as etapas do Brasileiro, além das participações internacionais. Então, a gente teve a oportunidade de mostrar nosso desempenho e colocar todo nosso treinamento em prática, justamente por conta do apoio”, disse a atleta que é destaque em competições regionais, nacionais e internacionais.

Deste modo, espera-se que o esporte possibilite maior qualidade de vida aos atletas e aos demais envolvidos. “O objetivo da Equatorial é facilitar o caminho dos atletas, promover carreiras pensando também no Maranhão como um todo e incluir aqueles que nem sempre tem acesso. Por meio do programa de responsabilidade social da Companhia podemos dar incentivo aos esportes, focando nas pessoas, nos aproximando cada vez mais de um futuro ético e próspero, especialmente para os mais jovens, pois uma criança que pratica esportes com frequência cresce com mais saúde, relaciona-se melhor com os outros, tem um rendimento melhor na escola e consequentemente melhora a qualidade de vida’’. Assim pontua Carlos Hubert, Executivo de Comunicação, Marketing e Sustentabilidade da Equatorial Maranhão.

Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão

Indicações do vereador Evimar Barbosa buscam melhorias estruturais nos bairros São Francisco e Codó Novo

Em suas visitas continuas pelos bairros e comunidades de Codó, o vereador Evimar Barbosa levou ao parlamento municipal mais duas demandas dos moradores de bairros como Codó Novo e São Francisco. Durante a 19ª Sessão Ordinária, o edil apresentou e teve aprovadas mais duas Indicações para melhorias na infraestrutura das referidas localidades.

Com a Indicação Nº301/2023, o vereador encaminha ao Prefeito Municipal de Codó, solicitando junto ao Secretário Municipal de Infraestrutura, a pavimentação asfáltica da 1ª Travessa Mutirão, no Bairro São Francisco, bem como a capina e limpeza da referida travessa.

Reforma completa da Praça José Bayma Serra

Por meio da Indicação Nº302/2023, o edil solicitou ao Executivo Municipal, junto ao Secretário Municipal de Infraestrutura, a revitalização completa da Praça José Bayma Serra, no Bairro Codó Novo, bem como a substituição dos bancos danificados e a instalação de um Parque Infantil no local.

“Solicitamos a pavimentação asfáltica da 1ª Travessa Mutirão, no Bairro São Francisco e a revitalização completa da Praça José Bayma Serra, no Bairro Codó Novo, pois foi uma solicitação dos moradores a nós. São espaços para melhoria de mobilidade e para o lazer e convivência dos moradores. Espaços que vão facilitar a vida dos moradores e para o bem comum. Esperamos que o Executivo veja a aprovação das Indicações com maior sensibilidade e realize as obras”, justificou o parlamentar.

População no Maranhão é de 6.775.152 habitantes em 2022; houve crescimento de 3,05% em comparação a 2010

O estado do Maranhão atingiu a população é 6.775.152, segundo dados do IBGE divulgados nesta quarta-feira (28).

O número representa um aumento de 3,05% quando comparado ao Censo anterior, feito em 2010. Na época, a população do Maranhão era de 6.574.789. Ou seja, são 200.363 novos habitantes.

No ranking de população dos estados, o Maranhão está:

na 4ª colocação na região Nordeste;
na 12ª colocação no Brasil.
A pesquisa do IBGE também aponta que o Maranhão tem uma densidade demográfica de 20,55 habitantes por km² e uma média de 3,23 moradores por residência.

Já a capital São Luís (MA) chegou a 1.037.775 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 2,21% em comparação com o Censo de 2010.

Os dados do Censo também revelam que a população do Brasil é de 203.062.512, um aumento de 6,45% em relação ao Censo de 2010.

O Censo
O Censo é uma pesquisa realizada a cada 10 anos pelo IBGE; a anterior foi feita em 2010.

O levantamento realiza uma ampla coleta de dados sobre a população brasileira e permite traçar um perfil socioeconômico do país.

A atual edição do Censo deveria ter acontecido em 2020, mas foi adiada por conta da pandemia de Covid-19. Em 2021, houve um novo adiamento em razão da falta de recursos do governo.

Além de saber exatamente qual o tamanho da população, o Censo visa obter dados sobre as características dos moradores —idade, sexo, cor ou raça, religião, escolaridade, renda, saneamento básico dos domicílios, entre outras informações.

O sistema, desenvolvido pela Globo, mostra, de maneira automática, os dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As reportagens foram publicadas depois que a apuração de cada município foi concluída.

A tecnologia foi utilizada de maneira pioneira nas eleições de 2020, quando era mostrado o resultado da disputa em cada cidade.

Informações G1ma

Detento é encontrado morto na Penitenciária Regional de São Luís

Um detento, identificado com Alberto Santos Machado, foi encontrado morto nessa terça (27), na Penitenciária Regional de São Luís. De acordo com a polícia, ele estava caído no banheiro com um ferimento no pescoço.

Em nota, a Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (SEAP) informou que instaurou um procedimento administrativo para esclarecer as circunstâncias da morte do interno.

A SEAP disse, ainda, que as imagens de câmeras de segurança do local já foram repassadas à Polícia Civil, que investiga o caso.

G1ma

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No Dia do Orgulho LGBTQIAPN+, entenda quem define a sigla e qual é a mais usada

Esta quarta-feira, 28 de junho, é o Dia Internacional do Orgulho LGBT. Ou do Orgulho LGBTQIA+? Ou, ainda, do Orgulho LGBTQIAPN+? A sigla evolui desde os anos 90, quando ainda se utilizava o termo GLS (gays, lésbicas e simpatizantes), hoje em desuso. Ela continua passando por transformações constantes e pode confundir quem não está acostumado a ouvi-la. Mas, independentemente da forma que toma, serve ao mesmo propósito, defendem pesquisadores do tema: dar visibilidade a uma população que ainda não tem plenos direitos no Brasil e no mundo.

Do GLS ao LGBT
Além de estar fora de moda, falar GLS não quer dizer muita coisa. A sigla para “gays, lésbicas e simpatizantes” deixa muita gente de fora e ainda inclui pessoas que simplesmente “simpatizam” com a luta por direitos da população LGBTQIA+. O termo foi popularizado com boas intenções, em 1994, pela jornalista Suzy Capó (que já foi, inclusive, colunista da seção “GLS” de O TEMPO nos anos 2000). Ela o utilizou nos preparativos para o festival de cinema Mix Brasil, que celebrava o cinema alternativo, e ele logo foi incorporado por mais pessoas.

O pesquisador da história LGBTQIA+ de Belo Horizonte Luiz Morando explica que, naquela época, a sigla não era considerada problemática, porém o cenário mudou quase 30 anos depois. “Atualmente, ela é um problema porque, primeiro, simplifica muito a diversidade. A sigla também não incorpora a população T, de transgêneros e travestis, que é um grupo muito marginalizado, alvo de muitas mortes e que precisa ter visibilidade. GLS ficou muito desatualizado”, explica ele.

Além de GLS, também se utilizou a sigla GLBT durante alguns anos. Mas ela foi formalmente abandonada no Brasil em 2008, durante a 1ª Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, encontro promovido pelo governo federal com entidades representativas dessa população. Decidiu-se adotar LGBT. A mudança buscou dar mais visibilidade às mulheres lésbicas, o L da sigla, pois a população de homens gays vinha tomando o protagonismo do movimento em alguns espaços.

Falar somente LGBT+ não basta?
O + utilizado após as letras da sigla abre portas para uma infinidade de expressões de sexualidade e identidades de gênero, então por que não meramente utilizar LGBT+ e parar a sigla por aí? O pesquisador Luiz Morando justifica: “Mesmo com o sinal de +, que pressupõe que existem outras letras, orientações e identidades, é sempre bom dar mais visibilidade a elas, porque isso obriga as pessoas, de certo modo, a compreenderem, pensarem, refletirem e até se sensibilizarem com essas diferenças na nossa população”.

A diversidade de letras também leva pessoas a buscar informações para entender melhor o que cada uma designa, defende o professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e coordenador do Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT (Nuh/UFMG), Marco Aurélio Máximo Prado. “As pessoas ficam curiosas, querem saber, pedem explicações, vão à internet. Essas letras aparecem no cotidiano de pessoas que, geralmente, não pensariam nelas”, avalia.

O certo é LGBTQIAPN+?
A sigla, como o entendimento sobre a diversidade sexual e de gênero na nossa sociedade, está em constante atualização, e não existe um órgão que determine qual é sua forma oficial. No Brasil, tem se tornado comum utilizar LGBTQIA+, que é, inclusive, o nome da secretaria nacional vinculada ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDH), liderada pela travesti paraense Symmy Larrat. “Não há sigla mais correta ou menos. No entanto, há pessoas que usam outras letras para falar da diversidade cultural, de gênero e sexualidade e fazer aparecer publicamente expressões que estão muito invisíveis”, pontua o professor Marco Aurélio Máximo Prado.

Internacionalmente, é comum que entidades utilizem LGBTI+ ou LGBTQI+. Alguns movimentos sociais também utilizam LGBTQIAPN+, que inclui panssexuais e pessoas não binárias. “Acredito que a tendência é o governo brasileiro utilizar LGBTQIA+, que é o que usa com mais frequência”, opina o pesquisador Luiz Morando. Neste ano, após adiamentos durante a pandemia de Covid-19, ocorrerá a 4ª Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, e há expectativa de que ela também ofereça um consenso sobre qual é o termo mais corrente no país.

O que significam as letras de LGBTQIAPN+?
L: lésbicas. Mulheres que sentem atração por outras.
G: gays. Homens que sentem atração por outros.
B: bissexuais. Pessoas que sentem atração por mais de um gênero.
T: transexuais ou travestis. Pessoas que não se identificam com o gênero que foi socialmente designado a elas no nascimento. Travesti é um termo comum no Brasil e é a própria pessoa quem diz se prefere ser identificada dessa forma ou como transexual.
Q: queer. Pessoas cuja identidade transita entre gêneros ou que não concordam com a divisão de gêneros e não performam um gênero específico.
I: intersexo. Pessoas que nascem com características sexuais biológicas de dois sexos.
A: assexuais. Pessoas que não têm atração sexual por outras. Isso não significa que não se relacionem afetivamente.
P: panssexuais. Pessoas que sentem atração por pessoas sem levar em conta o gênero.
N: pessoas não binárias. Pessoas que não se identificam somente com o gênero masculino ou feminino.

O Tempo

Caixa lança campanha de negociação de dívidas com até 90% de desconto

Nesta terça-feira (27), a Caixa Econômica Federal lançou a campanha “Tudo em Dia CAIXA” para a negociação de dívidas, que proporciona descontos de até 90% para pessoas físicas e jurídicas. Segundo o banco, mais de 4,7 milhões de clientes, incluindo 4,3 milhões de pessoas físicas, têm a oportunidade de regularizar suas dívidas com a Caixa. Além dos descontos, o banco também oferecerá as seguintes vantagens em contratos comerciais:

unificação de diferentes tipos de dívida em um só contrato, com maior prazo para
pagamento (até 96 meses), menor prestação e carência para o primeiro
pagamento;
parcelamento das faturas de cartões de crédito, com taxas específicas para atrasos de até 69 dias;
renegociação de contratos de crédito rural de forma parcelada ou prorrogação do vencimento da operação, conforme a situação da produção, além da regularização de contrato em atraso com desconto de juros e multa.

No caso de contratos habitacionais, a Caixa Econômica Federal oferece a opção de utilizar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitar até 80% da prestação mensal do financiamento habitacional, incluindo até 6 prestações em atraso. Além disso, os encargos podem ser incorporados ao saldo devedor. Para realizar negociações relacionadas a esse tipo de dívida, os clientes podem utilizar o aplicativo “Habitação CAIXA”.

Em aproximadamente 90% dos casos, as negociações podem ser realizadas por meio dos canais digitais, seja pelo site da campanha ou pelo aplicativo “Cartões CAIXA”. Além disso, é possível efetuar as negociações em agências do banco ou nas casas lotéricas. No entanto, para dívidas de até R$ 5 mil pagas nas casas lotéricas, é possível obter condições especiais de quitação.

Outra opção disponível para a negociação de dívidas com a Caixa é por meio dos caminhões da campanha, que percorrerão várias cidades do Brasil. As primeiras cidades a receberem os caminhões serão Santos (SP), de 17 a 21 de julho, e Curitiba (PR), de 24 a 28 de julho.

(Com informações do Portal iG)

Na hora do lanche… procure uma Panificadora Alfa mais próxima de você

A rede Panificadora Alfa espera por você em sua mais nova loja, no coração da Avenida Augusto Teixeira. A nova loja se destaca na diversidade de produtos de qualidade (fabricação própria de pães, bolos, doces e salgados) em sua confeitaria e rotisseria, além do atendimento e infraestrutura com um novo conceito de padaria.

Procure uma Alfa mais próxima de você

Alfa 1 – Praça da Bandeira, 2357, Santa Filomena. Fone: 98818-0460

Alfa 2 – Av. Santos Dumont (Posto FC 4)

Alfa 3 – Av. Augusto Teixeira, São Sebastião. Fone: 98402-0382

Relator vota pela condenação de Bolsonaro; julgamento continua na quinta

O ministro relator da ação protocolada pelo PDT e que pede a inelegibilidade do ex-presidente Bolsonaro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Benedito Gonçalves, apresentou o seu voto pela condenação do ex-presidente nesta terça-feira (27), quando a corte eleitoral retomou o julgamento da ação que pode tornar Bosonaro inelegível até 2030.

Benedito Gonçalves, que é corregedor-geral do TSE, informou que seu voto tinha mais de 300 páginas e que iria ler um resumo de seu entendimento da ação. O ministro afirmou que não é possível “fechar os olhos para discursos antidemocráticos com mentiras e discursos violentos”. Além disso, o magistrado criticou o fato de ter se tornado banal se falar em golpe de estado no Brasil e também a “epopeia” de ataques de Bolsonaro, fazendo uso da imagem das Forças Armadas.

Na continuidade de seu voto, o ministro afirmou que o ex-presidente Bolsonaro violou ostensivamente os deveres do cargo de presidente da República, que estão previstos na Constituição, ao reunir embaixadores estrangeiros no palácio da Alvorada para pôr em dúvida o sistema eleitoral brasileiro. Entre as violações citadas pelo ministro está a de “zelar pelo exercício livre dos Poderes instituídos e dos direitos políticos e pela segurança interna”.

Ao citar a minuta golpista, encontrada na casa do ex-ministro da Justiça de Bolsonaro, Anderson Torres, Benedito Gonçalves criticou o que classificou como “banalização do golpismo” e reiterou que este foi um “desdobramento grave de ataques infundados ao sistema eleitoral de votação”. O ministro afirmou ainda que o ex-presidente assumiu uma “injustificada antagonização direta com o TSE, buscando vitimizar-se e desacreditar a competência do corpo técnico e a lisura dos seus ministros para levar a atuação do TSE ao absoluto descrédito internacional”.

Por fim, após embasar seu voto, o ministro concluiu afirmando que “no mérito julgo parcialmente procedente o pedido para condenar o primeiro investigado, Jair Messias Bolsonaro, pela prática de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação na eleição de 2022 em razão da responsabilidade direta e pessoal pela conduta ilícita em benefício de sua candidatura à reeleição. Declaro sua inelegibilidade por 8 anos seguintes ao pleito de 2022”.

Após a conclusão do voto do relator, o presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, consultou o ministro Raul Araújo, se o mesmo iria apresentar seu voto durante a sessão ou se aguardaria para a próxima sessão da corte, que retoma o julgamento na próxima quinta-feira, às 09h, no que o ministro informou que apresentará o seu voto na próxima sessão. Com a conclusão do voto o relator o placar da votação, para o pedido de inelegibilidade, está em um voto pela condenação e consequente inelegibilidade de Bolsonaro. Ainda faltam os votos dos ministros Alexandre de Moraes (presidente), Cármen Lúcia (vice-presidente), Kássio Nunes, Raul Araujo, André Ramos Tavares e Floriano de Azevedo.

MN