Jair Bolsonaro diz que Michelle pode ser candidata à Presidência em 2026

Jair Bolsonaro, ex-presidente da República pelo Partido Liberal (PL), levantou a possibilidade de sua esposa, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, se candidatar à Presidência nas eleições de 2026. No entanto, o líder da extrema-direita reforçou que acredita que ela não possui experiência suficiente para ocupar o cargo.

Em uma entrevista concedida à Folha de S. Paulo, o ex-mandatário reverberou o papel de Michelle como uma “excelente cabo eleitoral” e relembrou os discursos políticos feitos por ela durante sua campanha eleitoral em 2022.

O ex-presidente indicou na entrevista que a possibilidade da inserção de Michelle na disputa, passa por um desejo ou não da ex-primeira dama.

“Se ela quiser, ela pode se candidatar. Mas o que eu converso com a Michelle é que ela não tem experiência. Ser prefeito de uma cidade pequena já não é fácil. Lidar com 594 parlamentares [entre deputados e senadores] também não é fácil. Eu acredito que ela não tem experiência para isso. Mas ela é uma excelente cabo eleitoral”.

Essa declaração surge em meio à possibilidade de Bolsonaro se tornar inelegível de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Apesar disso, ele não mencionou um possível sucessor político e expressou confiança em sua elegibilidade em 2026.

O ex-presidente elogiou o trabalho realizado por Michelle como presidente do Partido Liberal Mulher, afirmando que ela está desempenhando um “trabalho fantástico”. Ele mencionou a participação da ex-primeira-dama em um evento do PL Mulher em Ji-Paraná, Rondônia, na semana anterior, e revelou que ficou surpreso com a habilidade dela para discursos políticos. Bolsonaro ressaltou que Michelle não recebeu treinamento prévio, mas demonstrou uma aptidão natural para se expressar em atos políticos.

MN

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Policiais militares do Maranhão são condenados por homicídio e ocultação de cadáver

Três policiais militares do Maranhão foram condenados, pelo Tribunal do Júri em São Luís, pelo assassinato e ocultação do cadáver de João Filho Brito dos Santos. Os três réus receberam a pena de 13 anos de reclusão, cada um.

Um quinto PM envolvido no caso, identificado como soldado Fábio Carvalho, foi condenado pelos jurados somente por homicídio, recebendo a pena de 12 anos de reclusão.

O crime aconteceu no dia 14 de fevereiro de 2015, sábado de Carnaval, na cidade de João Lisboa, interior do Maranhão. O corpo de João Filho Brito dos Santos nunca foi encontrado.

Apesar do crime ter sido praticado no interior do Estado, a pedido do Ministério Público, o julgamento ocorreu na capital maranhense, na última quarta-feira (21), no 2º Tribunal do Júri de São Luís.

Os policiais foram condenados por homicídio qualificado, com uso de recurso que dificultou a defesa da vítima, bem como o crime de ocultação de cadáver. Os réus devem cumprir a pena em regime fechado.

O juiz Pedro Guimarães Júnior, que presidiu o julgamento, concedeu aos sentenciados o direito de recorrerem da decisão do júri em liberdade.

Atuaram na acusação os promotores de Justiça Washington Luiz Maciel Cantanhede e Raimundo Benedito Barros Pinto e, na defesa, os advogados Enoque Cavalcante de Carvalho, Jimmy Deyglisson Silva de Sousa e Oziel Vieira da Silva.

O crime
Consta na denúncia do Ministério Público, que os quatro policiais militares, lotados no 14º Batalhão de Imperatriz, que abrange a cidade de João Lisboa, decidiram matar João Filho Brito dos Santos, considerado desafeto dos acusados. Na sentença do júri, o magistrado destaca que a motivação do crime não ficou esclarecida.

Consta nos autos que, um mês antes do crime, a vítima esteve na 2ª Promotoria de Justiça de João Lisboa e relatou ter sido espancada por militares na barreira policial, localizada na avenida Pedro Neiva de Santana, na saída da cidade, quando transitava na companhia de um amigo, tendo a promotoria pedido a instauração de inquérito para apuração dos fatos.

Ainda conforme a denúncia, os militares agrediram a vítima porque, ao tentarem fotografar João Filho Brito dos Santos, ele teria sorrido.

No dia 26 de fevereiro de 2015, a mãe da vítima procurou a 1ª Promotoria de Justiça de João Lisboa, relatando que o filho foi visto sendo novamente abordado por policiais, no dia 14 daquele mês, em frente a uma subestação de energia, na avenida Pedro Neiva de Santana, quando seguia de moto para a cidade de Imperatriz para buscar seu irmão mais novo, desaparecendo desde aquele dia e nunca foi encontrado.

Conforme os autos, o cabo Luciano Mota Lago e o sargento Francisco de Assis de Morais Carneiro estavam de plantão no dia 14 de fevereiro e foram os policiais que abordaram João Filho Brito e, mesmo não encontrando nada de ilegal com o rapaz, o conduziram algemado na viatura para a barreira policial, na saída da cidade de João Lisboa.

No local estava o soldado Fábio Carvalho que assumiu a direção da viatura e seguiu transportando João Filho Brito na companhia do sargento, para local ermo, no bairro Caiçara, enquanto o cabo pilotava a moto da vítima.

Em depoimento, uma testemunha contou que viu os três policiais se encontrando e que o tenente Carlos Magno Ribeiro de Abreu, que ficara na barreira policial, comandava e dava as ordens por telefone do que deveria ser feito com a vítima.

Para a família de João Filho Brito os militares negaram ter abordado o rapaz no dia do seu desaparecimento. Houve quebra do sigilo telefônico do sargento De Assis, ficando comprovado que ele se comunicou pelo menos três vezes no dia do crime com o tenente Abreu, sendo a primeira pouco tempo após a apreensão da vítima. Consta também que os acusados mantiveram contato telefônico uns com os outros várias vezes, desde a abordagem da vítima no dia 14 de fevereiro até o dia seguinte.

Ainda de acordo com a denúncia do órgão ministerial, em outra ocasião a vítima e o tenente Abreu haviam brigado em uma festa na cidade de João Lisboa e que, a partir daí, começaram as perseguições contra João Filho Brito.

Os acusados foram pronunciados em junho de 2018 pela 2ª Vara de João Lisboa para irem a júri popular.

O Ministério Público pediu o desaforamento (para o julgamento ser realizado em outra comarca) por existir dúvidas sobre a imparcialidade dos jurados do tribunal do júri popular de João Lisboa, uma vez que os denunciados são policiais militares amplamente conhecidos pela população local, o que poderia comprometer o julgamento e também por se tratar de crime grave e de grande repercussão (homicídio e ocultação de cadáver), relacionado à suposta animosidade existente entre a vítima e os réus, gerando temor à coletividade.

Há nos autos, ainda, relatos de testemunhas dizendo se sentirem ameaçadas pelos acusados.

G1ma

Vereador Dr. José Mendes destina Indicações para melhorias na infraestrutura do bairro Santo Antônio

O vereador Dr. José Mendes direcionou suas Indicações para melhorias na infraestrutura do Bairro Santo Antônio, com a solicitação de inclusão de importantes vias nos programas de pavimentação. Com a Indicação Nº305/2023, o vereador solicita ao Executivo pela inclusão da Rua São Gregório, Bairro Santo Antônio, no Programa de Pavimentação de Bloquetes ou no Programa Mais Asfalto do município.

Com as Indicações Nº306/2023 e Nº307/2023 o parlamentar solicitou ao governo municipal pela inclusão da 10ª Travessa Goiânia e da Rua Joaquim Nabuco até a Avenida 1º de Maio, respectivamente, no Programa de Pavimentação de Bloquetes ou no Programa Mais Asfalto do município. Ambas as ruas também no bairro Santo Antônio.

O bairro Santo Antônio é um extenso e populoso bairro de nossa cidade, que tem muitas demandas por obras de pavimentação e seus moradores aguardam por essas imprescindíveis melhorias na infraestrutura e para a sua melhor mobilidade. E continuaremos a levar nossas proposições e Indicações também a outras comunidades, que também nos chamam para que possamos trabalhar em busca das resoluções de seus problemas e atendimentos de suas demandas. Esse é o nosso compromisso com o povo”, explicou o vereador.

Vereadora Leda Torres solicita reforma completa de importantes espaços públicos de Codó

A continuidade do trabalho de pavimentação de vias em bairros e a reforma completa de importantes espaços públicos em Codó foram demandas levadas a plenário pela vereadora Leda Torres durante a 19ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal. Por meio da Indicação Nº298/2023, a vereadora solicitou ao Executivo Municipal, junto ao Secretário Municipal de Infraestrutura, em caráter de urgência, a conclusão da pavimentação com bloquetes da Rua 01, na Vila Eliane, no Bairro São Francisco.

Reforma completa de espaços públicos

Com a Indicação Nº299/2023, a parlamentar solicitou ao governo municipal, junto ao Secretário Municipal de Infraestrutura, e em caráter de urgência, a reforma completa da Praça Bayma Serra, situada no bairro Codó Novo. E pela Indicação Nº300/2023, solicitou a reforma completa do Farol do Saber (Professora Carmem Palácio Lago), localizado no Bairro São José, na Trizidela. As Indicações foram aprovadas e serão encaminhadas ao Executivo Municipal.

“Estamos tento a oportunidade de realizar um trabalho muito forte em relação a pavimentação de ruas em bairros de Codó, seja com asfalto ou bloquetes. Vamos continuar junto as comunidades para levar cada demanda neste sentido ao Executivo e melhorar a infraestrutura e mobilidade para os moradores dessas ruas. Também precisamos revitalizar e entregar para a população os muitos espaços públicos que temos, como a Praça Bayma Serra, situada no Codó Novo e o Farol do Saber Professora Carmem Palácio Lago, na Trizidela. Pontos de convívio e lazer para a população”, explicou a vereadora.

Sociedade Civil organizada foi fazer cobranças aos vereadores de Codó

A Sociedade Civil Organizada esteve ontem dia 27/06, no Legislativo Municipal ,no intuito de fortalecer o vínculo, a parceria de cooperação mútua onde solicitaram dentre várias pautas:

A retificação na nomeclatura da “Comissão de Assistência Social, Promoção Social, Trabalho, Cidadania, Defesa dos Direitos Humanos,Do Idoso, Da Mulher,Criança e Adolescentes” , acrescentar “PESSOA COM DEFICIÊNCIA “falha inadimissivel!

Entregamos uma relação de contatos das OSCs para que promova na casa do povo debates, escutas, seminário dos anseios populares.

O Brasil no Governo Lula estar escutando a “Sociedade” para elaboração do PPA e o Estados dia 27/06 efetuou a abertura do debate do PLANO ORÇAMENTÁRIO em São Luís e esse debate estar vindo ,agora dia 11/07 para nosso Município

Dialogarmos para que fiquem atendo as datas “alusivas”,que só nesse mês de Junho ,são várias.

E dentre elas as Violações de Direitos a Pessoa Idosa, Trabalho Infantil, dia 18 /06 dia do Orgulho Mundial do Autismo, dia 28/06 dia mundial do Orgulho LGBTQIA+ ,

o que nesse caso específico as questões sociais são gritantes e que estão em totalmente invisibilidade.

Entendemos que ” CASA DO POVO” tá em débito com os anseios e amparo sociais e fomos de forma voluntária, pacífica e ordeira, solicitar e alerta a necessidade desses debates ,projetos e fomento de leis.

Crânio e carta são deixados na porta de delegacia em Imperatriz, no MA

A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) investiga o caso de um homem que deixou um crânio humano, nesta terça-feira (27), na calçada da Delegacia Regional de Imperatriz, cidade a 629 km de São Luís. Junto com a parte do corpo humano, também foi deixada uma carta.

De acordo com o delegado César Veloso, o crânio foi deixado por um homem que, logo em seguida, tentou fugir do local. Entretanto, ele foi identificado e levado pelos policiais para prestar depoimento. À polícia, o homem contou que havia achado o crânio na Estrada do Arroz, rodovia que liga as cidades de Imperatriz à Cidelândia.

“Um homem que ninguém sabe se está em suas faculdades mentais, chegou na delegacia com esse crânio. Ele tentou deixar o crânio com o bilhete, na Estrada do Arroz, mas a imagem dele foi capturada e ele foi levado à delegacia para explicar melhor a forma como encontrou esse crânio”, explicou o delegado.

O conteúdo da carta não foi divulgado. O crânio e o documento foram encaminhados ao Instituto de Criminalística (ICRIM), onde vão passar por análise para identificar vestígios de DNA que possam levar à identificação da vítima.

O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios. Segundo o delegado Praxísteles Martins, o suspeito foi ouvido mas não houve razões para decretar a prisão em flagrante. Inicialmente, foi apurado que uma segunda pessoa teria entregado ao homem a sacola com o crânio e pedido que ele deixasse na delegacia.

“Foi apurado, de forma preliminar, é que alguém teria entregado para ele essa sacola e mandado ele deixar na delegacia. Não há o que se falar na prática de homicídio, atribuída a essa pessoa ou ocultação de cadáver. Vai ser apurado o que aconteceu para saber se há uma classificação penal aplicada à essa pessoa”, explicou o delegado.

G1ma