Atendimento em Nefrologia agora disponível em Codó-MA na EndoRim-Codó

A população de Codó-MA agora conta com atendimentos especializados em Nefrologia, realizados pelo profissional da clínica EndoRIM – Endocrinologia e Nefrologia.

Se você tem problemas como doença renal crônica, nefrite, cálculo renal, infecção urinária, cistos renais ou alterações urinárias, essa é a oportunidade de cuidar melhor da sua saúde com um especialista.

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Aposta feita em São Luís acerta cinco números e fatura quase R$ 50 mil na quina da Mega Sena

Uma aposta feita em São Luís acertou os cinco números sorteados no concurso 2917 da Mega Sena, realizado na noite de sábado (20) e faturou R$ 49.174,73.

Confira os números sorteados: 06 – 19 – 38 – 41 – 46 – 57.

A aposta vencedora foi realizada na modalidade simples. O ganhador fez a aposta na Loteria Imperial, localizada no Centro de São Luís. Confira quantas apostas foram premiadas no concurso 2917:

Ninguém conseguiu os 6 acertos, e a premiação acumulou para R$ 48 milhões;
5 acertos: 48 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 49.174,73;
4 acertos: 3.456 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 1.125,79.

Para apostar na Mega Sena
O prêmio principal acumulou e chegou a R$ 48 milhões. O sorteio será realizado na terça-feira (23). As apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 5, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

G1ma

Brindes e Presentes Criativos para Curtir com Estilo – Mimos Presentes Codó-MA

Na Mimos Presentes, cada detalhe importa na hora de celebrar momentos especiais. ✨ Seja para aproveitar aquele happy hour com os amigos, organizar um jantarzinho descontraído ou surpreender alguém querido, temos opções criativas e cheias de estilo.

Canecas de Chopp Personalizadas – perfeitas para torcer pelo seu time, se divertir no fim de semana ou até mesmo para colecionar.
Garrafas Decorativas – elegantes e versáteis, ideais para servir suas bebidas favoritas com um toque de sofisticação.
Petisqueiras de Madeira – práticas para organizar petiscos e impressionar seus convidados de forma charmosa.


☕ Copos e Canecas Criativas – desde versões divertidas até modelos para presentear aquela pessoa especial, como professores e amigos.

Aqui você encontra presentes que unem utilidade e personalidade, transformando qualquer ocasião em um momento memorável. Venha conferir nossas novidades em Codó-MA e escolha o mimo perfeito para você ou para quem você ama! ❤️

Praias, cachoeiras e cidades históricas: conheça 5 lugares para curtir perto de São Luís

Para quem pensa em sair da rotina sem ter que precisar enfrentar horas de viagem, diversos lugares espalhados aos arredores de São Luís oferecem opções de lazer.

Praias, cachoeiras e cidades históricas ficam a poucos quilômetros da capital maranhense e são ideais para passeios curtos ou fim de semanas prolongados.

Alcântara: um passeio pela cidade histórica

Com casarões coloniais, ruínas e igrejas centenárias, Alcântara é um dos destinos mais rico em história do Maranhão. Com mais de 400 construções coloniais, Alcântara parece parada no tempo. Além disso, o local abriga mais de 200 comunidades quilombolas que preservam tradições ancestrais.

Em 1948, Alcântara recebeu o título de cidade Monumento Nacional, por meio do decreto federal. Mesmo sendo nacionalmente reconhecida como tesouro, a cidade ainda esconde muitas belezas não tão conhecidas por turistas e maranhenses.

Como chegar:
Barco tradicional: sai do Cais da Praia Grande (1h30)

Alternativa: ferry da Ponta da Madeira até Cujupe + van (cerca de 3h)

Os horários variam de acordo com a maré, mas há saídas três vezes ao dia. A viagem dura 1h20 e custa R$ 20 por trecho.

O que fazer:
Visitar a Praça da Matriz e a Igreja de São Matias
Caminhar pela Rua da Amargura
Conhecer comunidades quilombolas
Refletir sobre a base espacial e seus impactos sociais

Cachoeira Grande: tranquilidade, rios e natureza


A Cachoeira Grande, localizada a cerca de 100 km de São Luís, é um verdadeiro paraíso para quem busca tranquilidade e contato com a natureza. Para chegar na Cachoeira Grande há duas opções saindo de São Luís.

O percurso mais curto é pelo município de Presidente Juscelino, a cerca 94 km da capital. No entanto, é preciso atravessar uma balsa para chegar ao destino. Já o outro percurso, é um pouco mais longo e segue pela MA-020, passando pela cidade de Morros.

Com uma diversidade de lagoas, pequenas quedas d’água de águas cristalinas e cercado de árvores, o passeio é perfeito para mergulhos. Uma das opções é o Rio Porto da Casca, a cerca de 8 km da cidade.

Como chegar: Acesso pela BR-135 e MA-020.
Destaques: Balneários naturais, trilhas e paisagens preservadas.
Dica: Leve repelente, protetor solar e lanche, pois a estrutura turística ainda é limitada.

Cachoeira do Boqueirão, em Icatu. (Foto: Divulgação


A Cachoeira do Boqueirão, em Icatu, é uma das opções de lazer mais acessíveis para quem sai de São Luís. Ideal para quem gosta de águas tranquilas, limpas e contato direto com a natureza.

Saindo de São Luís, o percurso até o local dura cerca de 1h30. Para isso, é preciso pegar a BR-402, passar pela rotatória da cidade de Morros e seguir por mais 28 km até o Povoado Jaburu. Depois, deve-se entrar à esquerda em uma estrada de chão e percorrê-la por 7 km.

Ao chegar no Povoado Boqueirão, é necessário entrar em uma trilha de 150 metros para chegar ao destino.

Como chegar: Pela MA-402, sentido Morros.
Destaques: Queda d’água, poço para banho e vegetação nativa.
Dica: Vá cedo para aproveitar o dia com calma e leve sacolas para recolher seu lixo

São José de Ribamar: religiosidade, cultura e mar pertinho de São Luís


Perto de São Luís, São José de Ribamar é um passeio conhecido pela religiosidade, cultura e praias tranquilas. O Santuário de São José atrai fiéis de todo o estado, e o passeio pode ser combinado com um almoço à beira-mar.

A Igreja Matriz é um templo religioso dedicado ao padroeiro do Maranhão. O local abriga a imagem principal de São José de Ribamar cercada por seis castiçais e outros santos de devoção do Santuário, como São Pedro, São Paulo, São Vicente de Paulo e o Sagrado Coração de Jesus.

Além disso, na cidade, há três opções de praias: Juçatuba, Araçagi e Panaquatira.

Como chegar: Acesso pela MA-201 (Estrada de Ribamar). Há ônibus e vans que saem de pontos estratégicos de São Luís, como o Centro e a Praia do Calhau.
Destaques: Santuário, orla, feira de artesanato e mirante.
Dica: Ideal para quem busca um passeio cultural e espiritual com vista para o mar.

Morros: paraíso natural de águas cristalinas


Localizada a cerca de 100 km de São Luís, a cidade de Morros é cercada de rios e riachos. O passeio convida os visitantes a um bom banho de águas cristalinas. Uma ótima opção para quem quer um dia repleto de muita aventura e mergulho em águas transparentes.

Saindo de São Luís, o passeio dura cerca de 2h. Seguindo pela BR-135, é necessário passar pelo Campo de Peris, cruzar a cidade de Bacabeira e pegar a saída em direção a Rosário/Barreirinhas. Depois, pela MA-402, deve-se percorrer mais 35 km para chegar até Morros.

A região também é cercada por diversas pousadas que contam com chalés e parques aquáticos, oferecendo diversão e descanso.

Como chegar: Pela BR-135 e MA-402, sentido Barreirinhas.
Destaques: Boia-cross, caiaque, banho de rio e trilhas.
Dica: Algumas agências locais oferecem passeios guiados.

Imirante

Musicoterapia ganha adeptos pelo mundo com abordagem personalizada e sensível

Provérbio popular que comparece no histórico livro “Dom Quixote de La Mancha”, escrito por Miguel de Cervantes, a expressão “quem canta seus males espanta” revela mais sobre a Humanidade do que tende a supor a nossa vã filosofia. Em outro exemplo literário, o uruguaio Eduardo Galeano captou uma singela cena com seu olhar afiado de contista na coletânea “Dias e Noites de Amor e Guerra”, publicada em 1978: “– Esta moça está com a alma toda esparramada. E receitou: – É preciso música para juntar”.

O trecho talvez seja o que melhor explique a essência da musicoterapia, que vem ganhando adeptos pelo mundo. Um estudo apresentado no Congresso da ASCO 2025 (American Society of Clinical Oncology), em Nova York, avaliou 300 pacientes com câncer em sessões de musicoterapia, e o resultado foi que todos apresentaram menos ansiedade, melhor sono e sensação de bem-estar. Na Alemanha, já existem 37 diretrizes médicas nacionais que recomendam o uso da especialidade, incluindo o tratamento da demência, justamente por reduzir a ansiedade, apatia e até inquietação.

Aqui no Brasil a musicoterapia foi reconhecida pela Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares e agora é regulamentada pela Lei nº 14.842/2024. Além disso, tramita na Câmara um projeto de lei que pretende ampliar seu uso em hospitais e escolas públicas. A ideia é simples: menos burocracia para um tratamento que é barato, não tem efeito colateral e traz benefícios gigantescos.

Psicóloga, musicoterapeuta e escritora, Simone Presotti esclarece que a musicoterapia “é uma profissão da área da saúde que requer formação através de graduação com duração de quatro anos, realizada em instituições de ensino superior reconhecidas pelo MEC”. “A profissão foi regulamentada e atualmente os profissionais que se capacitaram através da pós-graduação também foram aceitos dentro do rol daqueles que podem atuar como musicoterapeutas. Mas, a partir de agora, a formação só acontece através da graduação de quatro anos”, aponta.

Ela afirma que os benefícios que a musicoterapia pode trazer vão muito além dos aspectos emocionais, “embora estes possam ser percebidos logo nas primeiras sessões”. “As atividades que envolvem a música e seus elementos, por serem prazerosas e motivadoras, elevam os níveis de neurotransmissores que favorecem o bem estar. Mas estes aspectos são acrescidos dos ganhos nas áreas motoras, cognitivas e interpessoais. A musicoterapia pode trazer inúmeros benefícios, e estes são traçados a partir de uma avaliação clínica que norteia os objetivos terapêuticos, a partir do diagnóstico apresentado pelo paciente”, salienta.

Memória
Um dos pontos destacados pela musicoterapeuta é a questão da memória. “Talvez uma das capacidades de estimular o sistema cognitivo mais conhecidas pelo senso comum sejam as habilidades da música em favorecer a memorização. Quem não se lembra de usar uma música para decorar uma fórmula ou mesmo os afluentes das margens do Amazonas? Por recrutar várias áreas neurológicas ao mesmo tempo, a música é uma forma eficiente de estimular a cognição também nas pessoas que apresentam algum tipo de comprometimento das funções executivas das habilidades de memória e de conexão de ideias”, detalha.

Nesse sentido, Simone afiança que “a música atinge todo o nosso sistema sensorial, principalmente a audição, mas também a visão e até outras funções, a partir, por exemplo, da execução de instrumentos musicais, o que sabemos hoje que estimula e favorece o sistema neurológico e melhora a capacidade de compreensão, mesmo quando existe alguma deficiência intelectual”. “A musicoterapia pode ser aplicada em vários contextos. Na saúde, a sua aplicação acontece tanto na prevenção quanto na reversão de quadros neurológicos e comportamentais. Mas ela pode também ser utilizada no contexto escolar, empresarial, hospitalar e todas aquelas atividades que envolvam o ser humano e suas relações interpessoais”.

Prática
Segundo a entrevistada, nas sessões individuais o tema pode ser abordado “por meio de uma composição, uma música que leve à percepção de como são as relações entre as pessoas, e, a partir da experiência musical, construir insights que vão ser trabalhados tanto através do fazer musical, tocando e cantando a canção, como até mesmo modificando a letra para ampliar as perspectivas ali tratadas”.

Já nas sessões em grupo, geralmente organizadas pela faixa etária, ou mesmo com o quadro geral apresentado pelo paciente, o próprio ato de tocar promove a interação. “Cada pessoa tem o seu ritmo interno, e, para trocar em grupo, algumas pessoas precisam acelerar o seu ritmo, enquanto outras precisam diminuir seu andamento natural. Esse ajuste leva a uma autopercepção que amplia o conhecimento sobre si mesmo”, assinala Simone.

Ela conta que os grupos de idosos com os quais trabalha são “um exemplo muito rico desta convivência sonora”. “Mesmo estando na mesma faixa etária, as pessoas percebem como suas origens, suas raízes e todo seu sistema de memória pregresso constrói um repertório que é próprio e que traz boas memórias. Ao ser compartilhado nas canções em grupo, este material sonoro traz lembranças, promove epifanias e define novas rotas, novas escolhas. Com música tudo fica mais fácil”, garante.

Remédio
Simone, no entanto, afirma que “é sempre bom lembrar que na musicoterapia não trabalhamos com uma farmacopeia musical”. “Não existe uma música especificamente boa para um determinado objetivo. Para realizarmos o trabalho de musicoterapia com cada indivíduo realizamos uma pesquisa musical a partir de uma entrevista detalhada que pode ser concedida pelo próprio paciente ou por seu responsável. A partir disso e de outros recursos terapêuticos, descobrimos qual é o background sonoro do paciente, e só então utilizamos as músicas de forma mais adequada e personalizada”, informa.

Dentre os casos clínicos que teve a oportunidade de vivenciar ao longo de 30 anos na área, Simone compartilha uma história que a marcou profundamente. “Uma paciente que estava sem qualquer tipo de conexão com o ambiente teve seus primeiros sinais de interação após ouvir o som de uma caixinha de música. Na entrevista havia sido perguntado quais eram as canções e demais experiências sonoras que marcaram a vida da paciente. Um dos familiares se lembrou desta caixinha de música que ela havia ganhado do pai quando era adolescente. Descobrimos a música que a caixinha tocava e a reproduzimos com instrumentos de musicalidade doce e delicada, e foi nesta sessão que a paciente teve seus primeiros sinais de interação, piscando os olhos e movimentando a boca como se quisesse cantar. A partir daí, novos ganhos foram alcançados, o que foi muito importante para aquela família”, recorda.

O timbre da risada
A musicoterapeuta Simone Presotti oferece uma prova incontestável do poder transformador dessa prática. “O senso comum já sabe que rir ainda é o melhor remédio. Você já parou para pensar que a risada nada mais é do que a emissão de uma sequência sonora ritmada e totalmente personalizada? Cada pessoa tem a sua forma de rir, e, mesmo quando são parecidas, as risadas guardam diferenças. Quando pensamos nisso, percebemos o quanto a musicalidade humana faz parte do nosso estado de saúde”, argumenta. A perspicácia da observação, todavia, ainda enfrenta resistências, por exemplo, de setores tradicionais da indústria de medicamentos, o que se converte em preconceito difundido no seio da sociedade.

“É uma pena que a indústria farmacológica traga tanto lucro e que, na mesma proporção que descobre novas fórmulas para a cura, traga também tantos efeitos colaterais e patológicos, na mesma proporção que fomenta pesquisas e amplia diagnósticos, transforma a necessidade de aprimoramento em doença. Como a musicoterapia não traz lucro para as empresas farmacêuticas, poucas pesquisas são fomentadas. A ciência é uma grande aliada do aprimoramento da humanidade, mas na medida em que se aparta da arte do espiritual, perde a parte mais bela de seu potencial”, critica Simone, que “mesmo caminhando em passos lentos”, segue esperançosa em um futuro promissor, “onde a musicoterapia terá cada dia mais espaço e reconhecimento”, arremata.

O Tempo

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Bianca Andrade dá detalhes picantes de novo namoro: “Estou amando fazer sexo”

Bianca Andrade compartilhou detalhes sobre a nova etapa de sua vida ao lado do namorado, o ator Diego Cruz. O casal assumiu o relacionamento em maio deste ano, e desde então a influenciadora e empresária afirma estar vivendo uma experiência diferente em relação ao amor.

O QUE ELA DISSE?
“É um relacionamento muito saudável. No começo, até estranhei. Estava acostumada a procurar o caos como lugar de relacionamento, porque foi muito do que eu vi e vivi. Com ele, é muito leve e gostoso”, disse em entrevista ao Terra.

A mudança, segundo Bianca, também se refletiu em sua vida íntima. Em março, ela contou ao mesmo veículo que falava muito sobre o tema, mas vivia pouco na prática. Hoje, afirma que a realidade é outra. “Estou amando fazer sexo. Minha mãe sempre foi mais safadinha que eu. Eu adoro falar, só que aquela, quem muito fala nem sempre faz. (…) Agora, estava conversando com a minha mãe pelo telefone e falei: ‘Mãe, você não vai acreditar, estou amando fazer sexo’. Não fazia sexo de manhã, agora faço.”

Bianca relaciona essa transformação tanto ao processo de autoconhecimento e autocuidado quanto ao apoio do companheiro. “Esse ano tem sido muito importante para a minha saúde mental. Tenho cuidado bastante dela, senão ia pifar com tudo. E achei uma pessoa que também me deixa muito segura. Então, a gente fica feliz e com vontade de viver o ápice da vida.”

Ela destacou ainda a compreensão de Diego em relação à sua rotina. “Ele tem toda a paciência com a minha vida, sabe que sou mãe e empresária. Achei um cara que não me admira apenas falando, mas está ali do meu lado”, concluiu.

MN

‘Ex-viciada em sexo’ se casa com homem virgem de 30 anos

Emily Robbie se descreve como uma “ex-viciada em sexo”. A moradora de Los Angeles, de 31 anos, disse ter se envolvido numa série de relacionamentos de sexo casual após o término do seu primeiro namoro, aos 21 anos.

“Eu me sentia viciada em sexo. Era tudo casual e eu sempre estava tão excitada. Eu era uma pessoa sexual”, contou ela, de acordo com reportagem no site “Unilad”.

Porém, destacou Emily, o seu comportamento acabou a deixando ignorada pelos homens, que “não queriam se comprometer com ela”.

A americana iniciou, então, o que ela chama de uma “longa jornada de cura”. Ela resolveu se dedicar à espiritualidade e se abster de sexo.

“Quando me tornei celibatária, comecei realmente a reestruturar minha mente sobre sexo. Comecei uma longa jornada de cura. Acredito que quando você faz sexo com alguém, você se conecta intimamente e se apega. Tive que me desconstruir”, contou ela.
Em setembro de 2020, no meio da pandemia de Covid-19, ela conheceu Tyler Stone, de 30 anos, e viveu um história completamente diferente de tudo pelo qual havia passado.

“Tivemos uma química instantânea. Sabe, se você é sexualmente compatível com alguém? Você não precisa transar com a pessoa agora. Há desejo e atração”, explicou.

O namoro ficou sério. Emily disse a Tyler que esperaria até o casamento para fazer sexo com ele, mas ficou preocupada com a sua reação. Mas ela foi surpreendida positivamente:

“Eu disse: Vou esperar até o casamento, o que você acha? Ele disse a mesma coisa e que era virgem. Eu pensei: ‘Sério, ele é muito atraente!'”

Emily e Tyler se casaram em 2023. Tyler disse que se sentiu tentado a fazer sexo algumas vezes, mas acabou decidindo esperar. “Se tivéssemos feito sexo antes do casamento, teria sido desregulado”, celebrou Emily.

“Eu queria esperar até estar em um lugar seguro. Não queria fazer isso com ninguém além da minha esposa. Ela [Emily] esperou novamente. Foi difícil para ela esperar novamente. Sexo é o maior bônus, mas não o motivo pelo qual estou com ela”, finalizou o marido.

MN

Deputado Nagib anuncia liberação de R$ 4,7 milhões para reconstrução do Canal da Água Fria no Mercado Central de Codó

O deputado estadual Francisco Nagib anunciou, durante entrevista ao jornalista Alberto Barros na rádio FCFM na manhã deste sábado (20), a liberação de R$ 4.785.361,20 para a revitalização emergencial do Canal da Água Fria em Codó. A obra visa reparar os graves danos causados pela forte erosão durante o último período chuvoso, que resultou na destruição de diversas estruturas comerciais e deixou muitos trabalhadores sem local para operar seus negócios.

​De acordo com o deputado, os recursos foram liberados de forma emergencial para que o município possa iniciar o trabalho de recuperação o mais rápido possível. A intervenção é vista como crucial para a segurança e a economia da área, especialmente para os feirantes que perderam seus pontos de trabalho.

Solução para os Comerciantes

​Nagib detalhou que a obra não se limitará apenas à recuperação do canal. A ponte localizada na área conhecida como “Troca-Troca” também será reconstruída, pois, segundo o deputado, apresenta risco de desabamento.

​Além disso, o parlamentar informou que será construída uma nova estrutura para abrigar os comerciantes. “O canal não poderá mais ser obstruído,” explicou Nagib. Ele ressaltou que o prefeito de Codó, por sua vez, conversará novamente com o Ministério para avaliar a possibilidade de construir uma praça de alimentação ou um galpão ao lado do canal. O objetivo é realocar de forma segura todos os feirantes afetados.

Apoio de Juscelino Filho

​O deputado fez questão de destacar o papel fundamental do deputado federal Juscelino Filho na conquista dos recursos. Nagib reconheceu o esforço de Juscelino, que trabalhou junto ao Ministério das Cidades e à Defesa Civil do governo do presidente Lula para garantir a liberação da verba. “É importante destacar também a força do deputado federal Juscelino Filho que nos levou lá e fez esse trabalho,” disse Nagib, enfatizando a articulação política que tornou a obra uma realidade.​

Blog do Sampaio