Namorado denunciado por agredir influencer já se relacionou com manicure morta em Teresina

Letticia Ellen, Jorginho, e Aline Nayara | Redes Sociais

O namorado da influenciadora digital Letticia Ellen, denunciado por ela por agressão, foi companheiro da manicure Aline Nayara, encontrada morta e carbonizada no Rodoanel de Teresina, no dia 10 de julho de 2024. Aline era investigada por envolvimento com o tráfico interestadual de drogas. Segundo a polícia, o homem também é suspeito de participação no roubo de um carro.

MORTE DE MANICURE 

Jorge Luis de Sousa da Silva, o “Jorginho”, se relacionava com Aline, antes de namorar Letticia. A polícia informou que foram monitoradas diversas viagens realizadas por Aline para vários estados brasileiros, identificados como locais de intensa comercialização de drogas.

Namorado denunciado por agredir influencer já se relacionou com manicure morta em Teresina - Imagem 1

Na época do crime, segundo a delegada Nathália Figueiredo, titular do núcleo de feminicídio do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), um homem acusado de envolvimento no crime foi preso no Pará. Trata-se de Demétrius de Morais Gomes.

CASO LETTICIA ELLEN

Nesta segunda-feira (28), a atual namorada de “Jorginho” o denunciou por agressão. A influenciadora digital Letticia Ellen relatou que foi atingida com um soco em um balneário na cidade de Timon (MA) e que sempre foi atrás de terminar o relacionamento com ele. Em contrapartida, “Jorginho” nega.

Quando eu falava de outra mulher, ela ficava louca. Já passei muito tempo com ela e tals, vivi altos e baixos e as coisas boas. Mas, era humilhação demais […] ela não sabe beber, quando ela bebe, ela fica louca.

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Influencer Letticia Ellen denuncia que foi agredida pelo namorado em balneário de Timon

 Letticia Ellen | Redes Sociais

A influenciadora digital Letticia Ellen denunciou, nesta segunda-feira (28), que foi agredida pelo próprio companheiro em um balneário na cidade de Timon (MA). Em uma rede social, ela relata que foi atingida com soco na presença de frequentadores do clube. A jovem ganhou notoriedade após ser alvo da Operação Jogo Sujo e por seu ex-namorado ter sido preso em Fortaleza (CE), acusado de assaltos no Piauí.

Olha o estado do meu rosto. Meu olho todo inchado, minha boca cortada. Eu sendo agredida no balneário para todo mundo ver, o cara dá um murro na minha cara, o cara me agride como se eu fosse o que? Eu não sou cão sem dono, eu não dependo dele e nem de ninguém, pelo contrário, ele que dependia de mim. Ele estava dentro da minha casa, eu mandando ele ir embora todo santo dia, relatou Letticia Ellen.

Influencer Letticia Ellen relata agressão | FOTO: Redes Sociais

Influencer Letticia Ellen relata agressão | FOTO: Redes Sociais

NÃO CHAMARAM A POLÍCIA

A influenciadora acrescentou que procurou a delegacia após as agressões e registrou um boletim de ocorrência. Ela disse ainda que pediu para as testemunhas chamarem a polícia. “Eu pedi até pelo amor de Deus para chamarem a viatura, e não chamaram” disse.

Influencer Letticia Ellen | FOTO: Redes Sociais

Influencer Letticia Ellen | FOTO: Redes Sociais

ENVOLVIDA NA 2ª fase da Operação Jogo Sujo 

No dia 9 de outubro de 2024, Letticia Elen e outros influenciadores, incluindo Lokinho, foram alvos da 2ª fase da Operação Jogo Sujo contra a veiculação de jogos de azar ilegais na internet. Na ocasião, dois policiais também foram alvos de mandados de busca.

No dia 15 de dezembro de 2024, Diogo Macedo Basílio, ex-namorado de Letticia, foi preso na cidade de Fortaleza (CE). Ele era procurado por uma condenação de 12 anos por um assalto a uma clínica no bairro Parque Piauí, em 2016, na zona Sul de Teresina.

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Deputada federal acusa o marido de agressões: “Não aceito mais ser abusada”

Deputada Masussa Boldrin denuncia agressões | Mario Agra / Câmara dos Deputados

deputada federal Marussa Boldrin (MDB-GO), em carta aberta e divulgada em suas redes sociais, acusou o marido Sinomar Júnior de agressões. Ela diz que as agressões psicológicas iniciaram logo depois do  nascimento da primeira filha e pioraram a partir de 2023 quando as agressões físicas tiveram início.

“Não quero mais carregar essa dor calada. Não quero mais fingir que está tudo bem. Não aceito mais ser abusada, nem física, nem moral, nem psicologicamente. Hoje, eu começo a escrever um novo capítulo da minha vida. Um capítulo de cura, de força, de dignidade. Por mim. Pelos meus filhos. Por todas nós”, postou, ao final da carta aberta, a parlamentar.

No texto, Marussa descreve como foi esse relacionamento abusivo e classifica a denúncia pública como um ato de coragem e diz que durante anos, foi silenciada dentro de sua casa. “Fui desvalorizada, desacreditada, diminuída como mulher, como mãe e como profissional. E, por muito tempo, acreditei que suportar em silêncio era o caminho. Hoje, sei que não era”, disse.

Medo, vergonha e traição

A deputada conta que os problemas começaram após o nascimento da primeira filha. “O homem que havia jurado cuidar de mim se afastou, emocional e fisicamente, e as agressões psicológicas começaram”, disse ela ao explicar que seu silêncio ao longo dos anos foi por medo, vergonha e por acreditar que tudo poderia mudar.

Sofrimentos

Segundo a deputada, uma “rotina de sofrimentos”, com muitos xingamentos, maus-tratos, ameaças e humilhações. “Me agarrei à falsa esperança de que o amor pudesse curar o que, na verdade, era abuso. Mas não há cura quando não há respeito. Não há reconstrução possível onde há destruição emocional diária”, disse.

Relação de coexistência

Para proteger os filhos do trauma de um divórcio e com medo de expor sua vida em público, a deputada acabou por insistir em uma relação que, segundo ela, era de coexistência em um mesmo ambiente.

Busca de paz

“Eu estava sozinha, buscando forças para sair de um relacionamento que nunca deveria ter sido construído. Em 2025, resolvi seguir com minha vida para tentar voltar a ter paz, ele reagiu com ódio e me espancou pela segunda vez, agora com mais intensidade”, relatou Marussa, referindo-se ao momento em que tomou a decisão de tornar público o seu problema e fazer o boletim de ocorrência em uma delegacia policial. (Agência Brasil)

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Em Timbiras a saúde oferecida a população é exemplo para o Maranhão

A evolução da saúde promovida pela gestão do ex-prefeito Dr. Antonio Borba durante os oito anos em que ficou a frente da prefeitura de Timbiras, conseguiu com muito esforço, compromisso e responsabilidade transformar a rede de atenção básica do município num motivo de orgulho para a população assistida.

Hoje na gestão de Paulo Vinicius e Edmundo, cujo compromisso é continuar fortalecendo a atenção básica, o município dispõe de nove Unidades Básicas de Saúde em pleno funcionamento, sendo seis na sede e três na zona rural com 10 equipes com médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, Agentes Comunitários de Saúde e ainda cinco gabinetes odontológicos na sede e um na zona rural, garantindo serviços acessíveis de qualidade a população. Em meio aos serviços acima citados ainda dispõe do TeleNordeste nas seis UBS da sede. O TeleNordeste tem como objetivo, garantir assistência médica especializada para toda a região Nordeste do Brasil.

Em meio a todos esses avanços o município se tornou uma referencia positiva na evolução da saúde oferecida aos Timbirenses, despertando a atenção de pessoas importantes como no caso, a Dra. Alzira Guimarães, assessora da Beneficência Portuguesa, parceira do estado na planificação da saúde do Maranhão, e que, por conta das informações positivas no banco de dados do ministério da saúde veio ao município dia 24 conferir o funcionamento da saúde oferecida em Timbiras.

A secretária de Saúde Islayane Lima, falou que a visita de Dra. Alzira Guimarães foi histórica para a saúde de Timbiras. “Ela visitou apenas dois municípios da nossa regional e ficou muito feliz com o que viu em nossa cidade e afirmou que estamos no caminho certo, mas precisamos continuar evoluindo, e para isso, vai continuar nos dando acompanhamento e ajudando melhorar cada vez mais”, disse a secretária.

Dia do Trabalhador: Saiba como será o atendimento da Equatorial Maranhão no feriado desta quinta-feira (01)

_Agências de Atendimento e postos do E+ Reciclagem estarão fechados_

Nesta quinta-feira, 1º de maio, é celebrado o Dia do Trabalhador, uma data que reforça a importância da união da classe trabalhadora e marca a criação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Em razão disso, a Equatorial Maranhão informa que não haverá funcionamento nas Agências de Atendimento Presencial e nos Postos E+ Reciclagem em todo o estado. O atendimento será retomado na sexta-feira (02) no horário normal.

Com o objetivo de agilizar o atendimento de seus clientes na hora de solicitar e pedir informações sobre os serviços prestados pela Distribuidora durante o feriado, a Equatorial Maranhão reforça seus canais digitais de atendimento. As opções disponíveis incluem o site oficial (www.equatorialenergia.com.br), o WhatsApp da Clara, pelo número (98) 2055-0116, a Central de Atendimento 116, que opera 24 horas, e o Aplicativo Móvel, disponível para IOS e Android.

Assistente Virtual Clara – A Assistente Virtual da Equatorial Maranhão está disponível no WhatsApp, pelo número (98) 2055-0116. Por meio dela, os clientes podem solicitar serviços como: Falta de Energia, Consulta de Débitos, Emissão de Segunda via de Fatura, Recebimento de Faturas via WhatsApp e e-mail, entre outros. Também é possível registrar situações de risco à vida de forma rápida e prática, informando casos como fios partidos, fogo na rede elétrica, acidentes com postes, árvores caídas e outras ocorrências críticas diretamente pelo chat da Clara.

Central de Atendimento 116 – Caso prefira ligar, a Central 116 também atende 24 horas, inclusive nos feriados, a ligação é gratuita.

Site Oficial – A Equatorial Maranhão ainda disponibiliza seu site oficial: www.equatorialenergia.com.br, que é uma agência na web e contempla diversos serviços de atendimento.

Aplicativo Móvel – Há ainda o aplicativo móvel da Distribuidora, que é leve e está disponível nas lojas Android e iOS. Basta procurar por “EQUATORIAL ENERGIA” na loja de aplicativo do seu celular.

*Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão*

Nas manhãs de Codó, todos os caminhos levam a Estação do Café

Se você é apaixonado por café e busca um lugar especial para relaxar, saborear refeições deliciosas e aproveitar momentos únicos, a Estação do Café é o destino ideal. Mais do que uma simples cafeteria, é um espaço onde cada detalhe é pensado para oferecer uma verdadeira experiência sensorial.

Café: o coração da experiência

Na Estação do Café, o protagonista é o café. Com aromas e sabores, aqui você encontra desde o clássico espresso até criações exclusivas, e combinações com especiarias que surpreendem o paladar.

Lanches para todos os gostos

Acompanhando o café, os lanches ganham destaque. Opções que vão de salgados, panquecas, tortas leves e saborosas, a bolos caseiros que remetem ao conforto de um abraço. Tudo preparado com ingredientes frescos e um toque especial.

Brunch: um convite ao prazer

Se você ama a ideia de um café da manhã prolongado, o brunch da Estação do Café é imperdível. Com uma seleção variada que inclui panquecas, ovos, cuscuz, tapiocas e sucos naturais, é uma oportunidade para desacelerar e aproveitar uma refeição completa e reconfortante.

Ambiente acolhedor e convidativo

Além do cardápio impecável, o ambiente é um espetáculo e atendimento caloroso, a Estação do Café é perfeita para momentos a sós, encontros com amigos ou reuniões de trabalho.

Venha descobrir por que a Estação do Café é mais do que uma parada: é um destino que celebra os sabores, a convivência e o prazer de bem viver.

Pesquisador da Uema apresenta resultado de estudo sobre a produção do couro no Maranhão

O professor do curso de Engenharia de Produção da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), Moisés dos Santos Rocha, concluiu no ano passado um estudo muito significativo sobre o processamento do couro e a estrutura dos curtumes, com verificação in-loco em alguns municípios do estado, sob o título: Proposta de otimização das operações da cadeia produtiva do couro no Maranhão.

O trabalho, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema), teve como objetivo otimizar as operações desse produto, utilizando metodologia que combinou pesquisa bibliográfica, levantamento de campo, modelagem de problemas e aplicação de ferramentas de pesquisa operacional implementadas computacionalmente.

Realizada entre junho de 2022 e julho de 2024, a pesquisa revelou desafios estruturais importantes na cadeia produtiva do couro, como: problemas relacionados à qualidade intrínseca do couro, dificuldades logísticas, redução da margem de contribuição dos produtores devido à desvalorização no mercado nacional, baixa competitividade em comparação a outros entes da federação que possuem tradição consolidada ou maior eficiência no setor.

O pesquisador explica que, durante o estudo, aplicou a Análise Envoltória de Dados (DEA), que permitiu identificar ineficiências e propor melhorias para aumentar a eficácia do Maranhão como unidade tomadora de decisão no setor coureiro. E alerta: “A produção do couro no Maranhão enfrenta desafios mais complexos e abrangentes do que os identificados neste estudo. Para aumentar a competitividade do setor, torna-se essencial realizar investimentos em pesquisa científica e tecnológica para fortalecer os elos da cadeia que operam essa atividade”.

Ainda, de acordo com o professor, boa parte da produção do couro no Maranhão vai para outros estados, por falta de uma logística mais sofisticada e tecnologia. Os artesãos, segundo ele, para utilizarem um material de qualidade, sentem-se obrigados a comprar couro de fora, porque não existe uma cadeia produtiva estruturada no estado. “O consumo aqui é incipiente, acaba sendo usado apenas na confecção de cintos, bolsas e celas, e quando pretende-se consumir um produto de qualidade, com valor agregado, esses produtores vão buscar fora do Maranhão”, declara Moisés.

Além disso, o pesquisador ressalta que até a exportação é muito pequena, ele alega que os produtores que trabalham nesse ramo reclamam que o valor do couro está mais barato que o sal utilizado para conservá-lo, e, isso, acaba sendo inviável na atividade de comercialização com sustentabilidade para a manutenção dos trabalhos.

O estudo identificou, no Guia Industrial do Maranhão, que existem 41 curtumes no estado do Maranhão, localizados em 17 cidades: Governador Edison Lobão, São Luís, Peritoró, Timon, Bacabal, Buriticupu, Estreito, Açailândia, Caxias, Coco Grande, Imperatriz, Joselândia, Pedreiras, Pinheiro, Santa Inês, São Luís Gonzaga do Maranhão e Trizidela do Vale.

Moisés apurou, também, que o Maranhão apresenta um total de 8.323.445 cabeças de gado, ocupando o décimo segundo lugar com relação ao rebanho bovino do Brasil. Entre os 217 municípios do Maranhão, os 10 que apresentam os maiores rebanhos são: Açailândia, Amarante do Maranhão, Santa Luzia, Grajaú, Bom Jardim, Arame, Sítio Novo, Buriticupu, Bom Jesus das Selvas e Zé Doca. Os municípios de Açailândia, Amarante do Maranhão, Santa Luzia e Grajaú concentram percentuais de cabeças de gado acima de 2% com relação ao rebanho total do Maranhão.

Por Alcindo Barros

Fotografia do pesquisador

Fim das capinhas de celulares: veja nova tendência no uso de smartphones

Com os avanços na resistência dos smartphones, as tradicionais capas de proteção estão sendo questionadas. Seriam elas realmente indispensáveis? Empresas de tecnologia não fazem questão de vendê-las, mas certamente não reclamam quando você compra.

Para investigar o tema, o jornalista Thomas Germain, da BBC, passou um mês usando seu celular sem proteção – ciente de que o jornal não se responsabilizaria por eventuais danos. O resultado? Está logo abaixo.

Um movimento contra as capinhas
Hoje, existem usuários que defendem o uso dos celulares sem capas, alegando que o design moderno e minimalista dos aparelhos é prejudicado com a proteção extra. Segundo eles, além da estética, o manuseio também melhora.

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Um amigo do jornalista (que vez o teste de 30 dias sem capinha), entusiasta dessa ideia, afirmou: “Eles fabricam celulares mais resistentes agora. Eu deixo o meu cair o tempo todo, e está tudo bem”. Fabricantes de películas de proteção reforçam essa opinião.

De fato, os smartphones atuais são muito mais robustos que seus antecessores. Mesmo assim, a maioria das pessoas continua optando pelo uso de capas.

Entre os adeptos do uso “livre”, exibir o celular sem proteção virou também um símbolo de status – um jeito de mostrar toda a beleza de um produto que representa o ápice da tecnologia.

“Parece insano ter um aparelho de luxo de US$ 1.000 [cerca de R$ 5.870] conhecido por seu design e materiais premium, e passar o dia todo tocando em uma capinha de plástico de US$ 30 [R$ 176]”, argumenta Yousef Ali, diretor executivo da Blast Radio, plataforma de áudio ao vivo para DJs.

“É como colocar capa de vinil no sofá para preservar o tecido”, emenda.

Vidro cada vez mais resistente
Boa parte dos smartphones da Samsung, Xiaomi, Sony, Google e Motorola utilizam Gorilla Glass, vidro que é usado no visor do celular fabricado pela americana Corning.

O processo de produção envolve a imersão do vidro em um banho de sal fundido a 400°C. “Esse processo extrai íons menores, como o lítio, e os substitui por íons maiores, como o potássio”, explica Lori Hamilton, diretora de tecnologia da Corning.

Essa troca cria uma camada de tensão compressiva que dificulta a propagação de trincas, tornando o vidro mais resistente a impactos.

Segundo Hamilton, os resultados evoluíram significativamente nos últimos anos. “Os smartphones de hoje são muito mais duráveis do que eram há uma década”, afirma.

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Teste de resistência
De acordo com Germain, o produto mais recente da Corning, presente no Galaxy S25 Ultra – o Gorilla Armor 2 – resistiu a quedas de até 2,2 metros em testes de laboratório.

Os números parecem confirmar essa evolução: um levantamento da seguradora americana Allstate mostrou que, em 2024, 78 milhões de norte-americanos relataram danos aos seus aparelhos. Em 2020, o número foi 11% maior.

Ainda assim, Hamilton faz um alerta: os aparelhos não são indestrutíveis. “Haverá falhas. Sempre há situações em que uma fissura se forma ou o impacto é forte o suficiente para causar danos.”

Consumer Reports
A revista Consumer Reports, que há quase 90 anos realiza testes laboratoriais de durabilidade, também tem acompanhado essa evolução. Um dos principais exames é o “teste de queda”, que lança os celulares repetidamente contra painéis de concreto.

“Quando começamos, um terço dos aparelhos falhava nos testes. Hoje, o desempenho é muito melhor”, conta Rich Fisco, responsável pelos testes eletrônicos da entidade.

“Faz muito tempo que não vemos um telefone falhar no teste de queda. O vidro melhorou. Hoje em dia, eles parecem estar se saindo muito melhor”, continua.

Apesar do progresso, Fisco pondera: “É verdade, você não precisa mais usar capa de celular. Mas a verdadeira pergunta é: você gosta de apostar?” E confessa, com bom humor, que ainda protege o seu. “Sou pão-duro”.

Vale a pena arriscar?
Durante o experimento de um mês, o smartphone de Germain sofreu apenas uma queda significativa, no 26º dia. Ao sair apressado de casa, o aparelho escorregou das mãos e desceu batendo três vezes pela escada até parar no último degrau.

O dano? Um pequeno corte em uma das laterais do iPhone.

A conclusão do jornalista resume bem o dilema: é possível viver sem capinha, mas exige sangue frio – e talvez uma dose de sorte.

Gazeta de São Paulo