5 hábitos que vão te ajudar a guardar dinheiro para investir

Sair da inércia e começar a guardar dinheiro não é fácil para muitas pessoas. Porém, existem alguns hábitos que podem ajudar a vencer a preguiça e conseguir separar aquele dinheiro todo mês para começar a investir.

Vera Rita Ferreira de Mello, presidente da Iarep (sigla em inglês para Associação Internacional para Pesquisa em Psicologia Econômica), listou os principais hábitos que podem ajudar nessa conquista:

1. Ter um objetivo
Para Vera Rita, ter um objetivo em mente dá significado ao ato de guardar dinheiro, que deixa de ser um comportamento para virar uma meta tangível. “Se você tem um objetivo, dê um nome a ele e inclua na sua conta, se for possível, ou escreva sobre ele em forma de um lembrete na porta da geladeira. Uma imagem que o represente com um gráfico que vai mostrando que você está chegando mais perto dele.. tudo isso realmente ajuda”, afirma ela.

2. Guardar dinheiro em conjunto
O segundo passo que pode te auxiliar a guardar dinheiro é fazer isso com mais gente. Ter outras pessoas com o mesmo hábito, seja família ou amigos, faz dessa iniciativa um projeto em comum e reforça a permanência do ato. “Quem guarda dinheiro unido permanece unido”, brinca a presidente do Iarep.

A especialista afirma que o ambiente de convívio é um fator de influência nesse quesito poupar. “Quando você tem um grupo de amigos, pessoas com quem você convive, colegas de trabalho, familiares, o que for, que tendem a guardar mais dinheiro, a tendência de você também guardar aumenta”.

Da mesma forma, ela alerta que se você convive com pessoas que costumam gastar acima do que podem, a chance de você seguir a mesma linha é bem maior. “A gente é influenciado pelo círculo social que nos cerca”. Por isso, é essencial falar sobre dinheiro com seus amigos e familiares. Tenha o hábito de discutir as finanças também em seus relacionamentos.

3. Ter submetas
Outro hábito que pode ajudar, principalmente em objetivos de longo prazo, ou que não são tão específicos em questão de valor, é ter submetas no período que está guardando o dinheiro.

“Se você está guardando para a aposentadoria, mas ainda é jovem, criar submetas pode te manter animado. Por exemplo, se você já se planejar para ter uma comemoração quando atingir uma determinada idade, já saberá quanto poderá reservar para outros desejos, como fazer uma pequena viagem, ir a um restaurante ou comprar algo caro. Enfim, você se recompensa ao longo do caminho e isso pode te ajudar a se manter no rumo”, aconselha Vera.

4. Começar com valores pequenos
Outra tática bastante usada para criar o hábito de investir é começar com pequenos valores, ou seja, começar a guardar R$ 5, R$ 10 por semana e aumentar esse valor aos poucos. Para Vera Rita, esse método é interessante para algumas pessoas já que é a primeira vez que elas se entendem capazes de poupar dinheiro.

5. Automatizar o ato de guardar o dinheiro
O quinto ponto não é propriamente um hábito, segundo a especialista, mas uma tomada de decisão que pode auxiliar na rotina de economizar: escolher um valor para ser guardado automaticamente do orçamento, o que tira a preocupação com a ação em si.

Isso acontece se você tomar uma decisão na sua instituição financeira, e combinar que x% ou x reais irão para determinada aplicação todo mês. “Assim, você não precisa se preocupar em ter o hábito e você realmente vai guardar porque nem passa na sua mão, você nem fica tentado a gastar aquele dinheiro. Já vai tudo direto para aquela aplicação”, explica Vera.

IstoÉ Dinheiro

Pessoas que sempre alcançam seus objetivos utilizam essas técnicas recomendadas por Harvard

Charles R. Snyder, professor especializado em psicologia positiva, sugeriu, em 2002, que existem dois grandes obstáculos que nos impedem de alcançar nossos objetivos: 1º) acreditar que não somos capazes de atingi-los; 2º) não conseguir identificar o melhor caminho para alcançá-los.

Essa pesquisa de mais de 20 anos moldou o modelo teórico de esperança de Snyder, que afirma que, para alcançar o sucesso, precisamos de desejo e motivação, além de um plano muito bem estruturado e essa teoria continua válida até hoje.

Segundo a Universidade de Harvard, a diferença entre pessoas que atingem suas metas e aquelas que não conseguem é que as primeiras têm uma estratégia bem pensada.

Para impulsionar seu desenvolvimento pessoal e evitar que seus objetivos não deêm certo, vamos apresentar algumas técnicas estudadas e testadas. Essas práticas foram explicadas pela especialista em desenvolvimento pessoal Allison Walsh na Harvard Business Review e são eficazes. Com elas, a profissinal garante que você vai aumentar as chances de transformar suas metas em realidade.

Terra.com

Maranhão implanta agendamento por aplicativo, telefone e WhatsApp na área de saúde

A medida facilita inicialmente o acesso da população aos serviços de saúde ofertados nas unidades da rede estadual de saúde de São Luís.

“Identificamos o crescimento da demanda no Hospital da Ilha. Por isso, a gestão estadual está comprometida em oferecer um atendimento mais ágil e eficiente à população. O agendamento digital elimina barreiras físicas, beneficiando os cidadãos maranhenses”, disse o secretário de Estado da Saúde, Tiago Fernandes.

A marcação está disponível através do aplicativo Disque Saúde, dos números 3190-9091 (ligação) e por chamada de voz 98779-3856 (WhatsApp), ou através do site do Procon/MA, na aba serviço de saúde SES.

Além destes pontos, pode ser realizado o agendamento, também, nas Unidades do Viva Cidadão de forma presencial no São Luís Shopping, Shopping da Ilha, Shopping Pátio Norte, e na Unidade de Pronto Atendimento Itaqui Bacanga.

A modernização traz uma série de benefícios significativos para os pacientes, pois proporciona maior comodidade, especialmente para aqueles que residem no interior do estado. A medida também contribui para a redução de filas e otimização do atendimento, uma vez que o agendamento digital organiza melhor o fluxo de pacientes.

“Essa mudança reflete o compromisso do governo do Estado do Maranhão em melhorar a experiência dos pacientes e garantir um atendimento mais organizado e humanizado para todos,” pontuou a coordenadora da Central de Regulação Ambulatorial do Estado, Mércia Gonçalves.

CNB

Cerca de 73 milhões de pessoas possuem dívidas no Brasil

De acordo com o mais recente levantamento feito pelo Serasa, cerca de 73,10 milhões de pessoas possuem dívidas no país. Os números são de outubro e registram a segunda maior marca do ano, atrás apenas do volume registrado no mês de abril. A entidade afirma que número é um possível indicativo de que a inadimplência está crescendo.

Segundo a pesquisa, os brasileiros com idades entre 41 e 60 anos correspondem a maior parte da população que possui nome restrito, com 35,1%. Em seguida estão as faixas etárias de 26 a 40 anos (34,0%), acima de 60 anos (19,2%) e os jovens entre 18 e 25 anos (11,8%).

Segundo a professora de administração e finanças da FEA-USP, Liliam Carrete, será difícil começar o ano de 2025 sem dívidas, em especial pois este é o pior momento para se ter dívidas por conta da taxa de juros chegando ao seu mais alto nível dos últimos anos.

“Então me endividar significa que eu vou ter um compromisso de pagamento de altos juros e isso vai consumir minha renda futura. O ideal é o tentar diminuir ao máximo o consumo e pagar o máximo das minhas dívidas, para entrar em 2025 com a menor endividamento possível”, destacou.

De acordo com Lílian, mesmo que seja fundamental diminuir o consumo, é difícil fazer com que isso aconteça pois há muitos incentivos de fim de ano que fazem com que as pessoas comprem, além da vontade individual em sermos recompensados pelo esforço de um ano inteiro. A professora ainda orienta que: “Mas é melhor que a gente pense em fazer um sacrifício agora do que pagar os juros muito altos ao longo do ano de 2025”.

Renegociação
A segunda medida importante é renegociar a dívida já no começo de 2025, pois quando se chega em um valor elevado em comparação com a renda e que comprometa mais de 30% do salário, já se destaca um sinal de atenção. “Se eu chego nesse nível é bom que eu comece a negociar, começando sempre pelas mais custosas, normalmente o cartão de crédito”.

Lílian também destaca que muitas vezes as dívidas chegam ao limite, o que acaba deixando a pessoa sem opção. Em casos como esse, é necessário avaliar quais as dívidas mais importantes e de pagamento essencial. “Eu preciso manter a minha capacidade de alimentar minha família, preciso ter casa para morar, então eu escolho pagar o financiamento da casa, por exemplo. A partir daí se tiver um financiamento de carro é possível parar de pagar, mesmo que se perca esse bem, ou vender o carro”.

Os empréstimos podem ser uma alternativa, no entanto mesmo que seja utilizado o consignado, que possui a menor taxa de juros do mercado, inicia-se pagando 15% de juros pois essa é a taxa básica do mercado. “E o banco vai pedir mais do que isso, então o custo também vai ser muito caro. Então mesmo com o consignado vai ser muito alto. Minha sugestão é evitar o endividamento”.

O Imparcial

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Governo reserva R$ 1,8 bi das emendas liberadas por Dino para pagamentos

O governo federal já reservou R$ 1,8 bilhão dos R$ 4,2 bilhões em emendas parlamentares bloqueadas pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal. As informações foram divulgadas na tarde desta segunda-feira (30) pela Secretaria de Relações Institucionais (SRI). A fase de empenho é anterior ao pagamento das emendas. Nela, o governo reserva os recursos. Depois, há a fase de liquidação e só depois o pagamento.

Segundo a SRI, o ministério com mais repasses (do total empenhado) é o do Turismo, com R$ 441 milhões. Na sequência está o Ministério das Cidades (R$ 335,1 milhões); Saúde (R$ 330,2 milhões); Esportes (R$ 307,9 milhões); Integração (R$ 278,2 milhões) e Agricultura (R$ 83,2 milhões).

O montante de R$ 4,2 bilhões havia sido inicialmente congelado em 23 de dezembro por falta de transparência na liberação dos recursos, segundo decisão de Flávio Dino. No domingo (29), o magistrado voltou atrás e liberou parte dos recursos. A Advocacia-Geral da União (AGU), no entanto, disse hoje (30) que há dúvidas sobre a última decisão de Dino e orientou o governo a segurar os pagamentos até que os pontos sejam esclarecidos.

Confusão antiga
O imbróglio envolvendo o pagamento de emendas é antigo. Flávio Dino herdou de sua antecessora, a ex-ministra Rosa Weber, os casos que envolviam o orçamento secreto, que foi extinto por decisão do STF em 2022. Em agosto deste ano, mandou bloquear o pagamento de todas as emendas cujo pagamento era obrigatório por falta de transparência na indicação e envio dos recursos.

Em resposta, o Congresso aprovou uma lei que trazia novas regras para as emendas, mas, na prática, pouco avançava na questão de transparência. Dino liberou os pagamentos em 3 de dezembro, mas estabeleceu condições de transparência. A liberação foi suficiente para atender às exigências do Congresso e aprovar o pacote de corte de gastos.

Bloqueio de R$ 4,2 bi
Em 12 de dezembro, quando o governo corria para aprovar o pacote de corte de gastos no Congresso, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), suspendeu todas as sessões de comissões na Casa.

O objetivo era acelerar a votação dos temas que já estavam no plenário. A conta chegou para o governo no mesmo dia: um ofício sigiloso assinado pelos 17 líderes partidários da Câmara – incluindo o líder do governo, José Guimarães (PT-CE) – indicava 5.449 emendas, que totalizava R$ 4,2 bilhões.

Segundo a revista Piauí, a lista incluía R$ 180 milhões em novas indicações. A maior parte iria para Alagoas, estado de Arthur Lira. O Psol foi ao Supremo Tribunal Federal questionar os valores.

Em 23 de dezembro, quando os parlamentares já haviam entrado em recesso, o ministro Flávio Dino bloqueou os valores. Também determinou que a Polícia Federal abrisse um inquérito para investigar possíveis irregularidades

* Fonte: Correio Braziliense