Linkin Park anuncia show extra após esgotar ingressos no Brasil

A banda Linkin Park anunciou nessa segunda-feira (30/9) que fará uma apresentação extra em São Paulo, no dia 16 de novembro. O grupo divulgou a novidade logo após esgotar todos os ingressos em apenas 20 minutos, segundo informação da Ticketmaster.

A pré-venda da nova apresentação começará nesta terça-feira, dia 1º de outubro, enquanto a venda para público geral está agendada para dia 3 de outubro, também na plataforma da Ticketmaster. Os valores das entradas variam entre R$ 240 (cadeira superior, meia-entrada) e R$ 890 (pista premium, inteira).

Com o show extra, a nova formação do Linkin Park se apresentará nos dias 15 e 16 de novembro no Allianz Parque com a turnê mundial “From Zero”. A primeira data é a mesma do lançamento do álbum homônimo. As apresentações nacionais estão previstos para começar às 20h30.

CNB

Governo enviará avião para repatriar brasileiros que estão no Líbano

Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) irá buscar brasileiros que estão no Líbano nos próximos dias. Segundo comunicado do Ministério das Relações Exteriores, a determinação para repatriar os brasileiros é do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A região sofre com os contínuos ataques aéreos israelenses contra áreas civis em Beirute, no Sul do Líbano e no Vale do Beqaa.

A operação, coordenada pelo Itamaraty e pelo Ministério da Defesa, terá a data anunciada nos próximos dias, após análise das condições de segurança para o voo. O planejamento inicial da FAB prevê a decolagem do aeroporto de Beirute, que se encontra aberto.

“A Embaixada no Líbano está tomando as providências necessárias para viabilizar a operação, em contato permanente com a comunidade brasileira e em estreita coordenação com as autoridades locais”, diz a nota do Itamaraty.

Na semana passada, os bombardeios israelenses no Líbano causaram a morte de dois adolescentes brasileiros. A maior comunidade de brasileiros no Oriente Médio atualmente está no Líbano. Ao todo, 21 mil brasileiros vivem no país.

Com informações da Agência Brasil

44 acusados serão julgados em São Luís neste mês de outubro

Quarenta e quatro acusados de homicídio ou tentativa de homicídio serão julgados pelo júri popular, em São Luís, neste mês de outubro. As sessões de julgamento começam na terça-feira (1º), ocorrem de segunda a sexta-feira, iniciando às 8h30, nos salões localizados no primeiro andar do Fórum Desembargador Sarney Costa (Calhau).

No 1º Tribunal do Júri, as sessões começam com o julgamento de Katiane Santos Moraes (1º de outubro). Ainda neste mês, também vão a julgamento Rauan Vieira de Sousa (dia 3), Anderson Barbosa da Silva (08), Livio Barboza Silva (10), Marcio Antonio Costa Lavrador (22), Wilton Vieira Ramos (24), Bruno Pinheiro Mendes (25), Luís Augusto Pereira Costa (29) e Allan Roberto Santos Sousa (31). O titular da 1ª Vara do Júri é o juiz Gilberto de Moura Lima.

Serão julgados, no 2º Tribunal do Júri, Wallason Assunção Pereira (02), Paulo Henrique Pereira Silva (07), Paulo César Cunha Cantanhede (09), Caio Fábio Rocha Alves e Lucas Câmara Goes (14), Igor Rafael da Conceição Lima e Hudson da Silva Pires Júnior (16), Keydson Ferreira dos Santos (21), Carlos Augusto dos Santos Pinto Júnior (23), Ronilson Santos Everton (25) e Josinaldo Moraes de Melo, Kailan Trindade Viana, Lucas Sousa dos Santos, Matheus Diniz de Sousa, Denison Dutra Rego e Ricardo Luís Trindade Viana (30). As sessões são presididas pelo juiz titular da 2ª Vara do Júri, Clésio Coelho Cunha.

Começam também na terça-feira (1º) as sessões do 3º Tribunal do Júri, quando senta no banco dos réus, nesta data, Samuel dos Santos Araújo. Em outubro serão julgados pelo júri popular, ainda, Jorge Ferreira Lopes (02), William Serejo Martins (08), Edilson dos Santos Macedo Nogueira (10), Anderson Alves Almeida, Diego Fernandes Ribeiro Silva e Joan Santos Cantanhede (15), Jarberson Nascimento (16), Evandro de Sa Sousa, Jose Douglas Guterres Santos, Walber Pereira Costa, Jose Luis Garces de Oliveira, Sandro Marlus Monteiro dos Reis, Marlon Santos da Silva e Jose Fernandes Soares Pereira (17), Marly Candeira da Silva (22), Maurilio Monteiro (24), Reginaldo Mota Pereira (29) e Elionai Sousa Silva (31). Responde pela unidade judiciária a juíza Gláucia Helen Maia de Almeida.

O Imparcial

Eleições 2024: voto em trânsito não é permitido nos pleitos municipais

No próximo domingo (6), data do 1º turno das Eleições Municipais de 2024, eleitoras e eleitores têm o direito de eleger novos representantes para os cargos de prefeito e vereador, que vão atuar pelos próximos quatro anos. Como o voto em trânsito não é permitido nas eleições municipais, apenas em pleitos gerais, aqueles que não estiverem em seu domicílio eleitoral, onde residem ou têm vínculos, e não puderem votar deverão justificar a ausência.

A votação em trânsito ocorre somente em ano de eleições gerais (para Presidência da República, Senado Federal, assembleias legislativas, Câmara Legislativa do Distrito Federal, Câmara dos Deputados e governos estaduais), em locais de votação convencionais ou criados para essa finalidade nas capitais e nos municípios com mais de 100 mil eleitoras e eleitores.

Como justificar o voto?

Nas Eleições de 2024, a justificativa de ausência à votação deve ser apresentada preferencialmente pelo e-Título, aplicativo da Justiça Eleitoral. No dia da eleição, também é possível imprimir o formulário de Requerimento de Justificativa Eleitoral em formato PDF  e entregá-lo preenchido nas mesas receptoras de votos ou de justificativas instaladas pelos tribunais regionais eleitorais e pelos cartórios eleitorais.

Qual é o prazo para justificar?

Quem não apresentar a justificativa no dia das eleições poderá justificar a ausência até 60 dias após cada turno. Além do e-Título, é possível realizar o procedimento pelo Sistema Justifica, no Portal do TSE.

Outra opção é preencher o formulário de Requerimento de Justificativa Eleitoral (pós-eleição) e entregá-lo em qualquer cartório eleitoral ou enviá-lo pelos Correios à autoridade judiciária da zona eleitoral responsável pelo título. Mas atenção: esse requerimento é diferente daquele preenchido no dia da eleição.

O Imparcial

Conta de energia fica mais cara a partir desta terça-feira (1°)

A partir desta terça-feira (1º), o brasileiro terá um valor a mais para pagar nas contas de energia elétrica. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definiu que a bandeira tarifária para o mês de outubro será a vermelha, patamar 2.

Com isso, o consumidor pagará R$ 7,87 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos — um aumento na prática de R$ 3,41, tendo em vista que a bandeira patamar 1 em setembro estava em R$ 4,46. Isso ocorre em função dos baixos níveis dos rios e pela elevação do preço do mercado de energia elétrica ao longo do mês de outubro. Com a grande estiagem, o Sistema Interligado Nacional poderá utilizar energia gerada por usinas térmicas, que queimam combustíveis.

O acionamento da bandeira tarifária vermelha no patamar 2 não ocorria há 13 anos. A última vez foi em agosto de 2011. Em abril de 2022, uma sequência de bandeiras verdes foi iniciada e interrompida em julho de 2024 com bandeira amarela, seguida de bandeira verde em agosto e a vermelha, patamar 1, em setembro.

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado pela Aneel em 2015 para indicar, aos consumidores, os custos da geração de energia no Brasil. O mecanismo da bandeira vermelha funciona como uma forma de alertar o consumidor sobre a situação enérgetica do país. A Aneel afirma que com as bandeiras tarifárias, o consumidor ganha um papel mais ativo na definição de sua conta de energia.

“Ao saber, por exemplo, que a bandeira está vermelha, o consumidor pode adaptar seu consumo para ajudar a reduzir o valor da conta. Pela regra anterior, que previa o repasse somente nos reajustes tarifários anuais, o consumidor não tinha a informação de que a energia estava cara naquele momento e, portanto, não tinha um sinal para reagir a um preço mais alto”, conclui.

* Fonte: Jaqueline Fonseca/Correio Braziliense

Brasileiros no Líbano cobram governo Lula por resgate em meio a conflito

Com a intensificação da violência no Líbano, alvo de bombardeios de Israel contra o Hezbollah, brasileiros que vivem no país pedem uma ação mais efetiva do governo de Luiz Inácio Lula da Silva para repatriar os cidadãos da região.

O Itamaraty estuda possibilidades de resgate, mas não apresentou, até o momento, um plano concreto. O país abriga a maior comunidade brasileira no Oriente Médio, com 22 mil pessoas atualmente.

Só nesta semana, 700 pessoas morreram no Líbano em ataques enviados por Israel, sendo cinco brasileiros. O país bombardeia o território libanês para atingir o grupo extremista Hezbollah. No sábado, um ataque das Forças Israelenses matou o chefe do grupo, Sayyed Hassan Nasrallah.

No mesmo dia, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, reuniu-se com o chanceler do Líbano, Abdallah Rashid Bou Habib, em Nova York, para discutir um plano de evacuação. No entanto, o Itamaraty afirmou ao Correio Braziliense ontem que não há novidades, e que as orientações continuam sendo as mesmas para os brasileiros que estão no país.

A única orientação que os brasileiros receberam do governo brasileiro até o momento, no entanto, foi que deixassem o Líbano por meios próprios, além de evitar aglomerações e manifestações, bem como deslocamentos para a região sul do país, onde se concentra o conflito.

O comandante da FAB Marcelo Damasceno já declarou que a força aérea está preparada para atuar em uma possível evacuação. “Temos todos os planos sempre prontos”, disse à CNN ainda na terça-feira.

No ano passado, a operação “Voltando para a Paz” resgatou aproximadamente 1,5 mil brasileiros que estavam na Faixa de Gaza, região que sofreu diversos ataques israelenses durante a guerra com o Hamas.

Filha de libaneses, a brasileira Sara Ali Melhem, que estava no sul do país e agora se encontra perto da capital, Beirute, explicou à reportagem que o governo brasileiro ainda não prestou o apoio necessário. “As coisas não estão boas e não está melhorando, estão só piorando”, criticou. “Acho que eles só vão tirar a gente quando não sobrar mais nada, não sei”, enfatizou.

Segundo ela, o Itamaraty criou um grupo no WhatsApp, em que divulgaram, na última semana, um formulário para que os brasileiros interessados em deixar o país preenchessem com seus dados. “Por enquanto, é só isso. Uma vez ou outra, mandaram números de ajuda aqui (no Líbano), eu acho que para quem está se deslocando de algum lugar para outro, mas só foi isso, e pelo jeito também não vão vir. Não sei o que eles estão esperando para tirar a gente daqui”, reclamou.

A irmã de Sara, Maya Melhem, que está no sul do Líbano, contou que aguarda a chegada de uma aeronave para deixar o país com a filha, de 3 anos. “Estamos esperando voo para evacuação, mas ninguém fez nada ainda, nem o governo. Ninguém está ajudando”, relatou. “Estamos passando horrores aqui e precisamos sair”, emendou.

Sobre o formulário citado por Sara, ela mencionou que chegou a preenchê-lo, mas que nada foi feito desde então. “Estamos em guerra total, não dá para ficar esperando as pesquisas”, frisou.

Sara disse ainda conhecer diversos outros brasileiros que estão em busca de uma forma de deixar o país. “A única coisa que o governo faz desde outubro do ano passado é pedir para preencher formulário. Nada mais foi feito. Eu moro no município de Dahye e, aqui, está sendo destruído, e tenho uma criança”, apontou. “O avião de guerra passa por nós. Não sabemos a hora que vamos ser atacados.”

Operações
Outros países iniciaram a evacuação de seus cidadãos. A Colômbia, por exemplo, enviou um voo no fim de semana para buscar 114 cidadão que completaram o processo de repatriação. O Reino Unido, por sua vez, anunciou na terça-feira passada que enviará 700 tropas para o Chipre, ilha próxima ao Líbano, para se preparar para uma possível evacuação de emergência de cidadãos britânicos, se necessário.

Os voos comerciais ainda estão disponíveis na região, mas diminuíram muito com a suspensão dos voos da companhia aérea Air France.

Em seu último compromisso na 79ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, na quarta-feira que passou, o presidente Lula condenou o conflito entre Israel e Hezbollah no Líbano, mas não citou uma possível repatriação.

“É importante a gente lembrar que no Líbano o total de mortos é 620 pessoas. É o maior número de mortos desde a guerra civil que durou entre 1975 e 1990. É importante lembrar também que morreram 94 mulheres e 50 crianças, 2.058 pessoas feridas e 10 mil pessoas forçadas a recuar e esvaziar suas casas”, disse o petista em coletiva de imprensa.

*Do Correio Braziliense – parceiro de O IMPARCIAL | Júlia Portela