Manifestantes contrários ao resultado das urnas mantêm interdições nas BR’s 230 e 222 no Maranhão

Manifestantes contrários ao resultado das urnas no último domingo (30) estão mantendo interdições nas BR’s 230 e 222 no Maranhão. Os atos tiveram início na noite de domingo (30) logo após os resultados do segundo turno das eleições, que terminou com a derrota de Jair Bolsonaro (PL) e vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Na BR-230 a interdição acontece no Km 407, na cidade de Balsas. No local, a interdição parcial ocorre em ambos os sentidos e está sendo promovida por manifestantes em veículos de grande porte. Já na BR-222, a manifestação ocorre no Km 580, no município de Bom Jesus das Selvas. No local a interdição é total em ambos os sentidos com a participação de veículos de pequeno porte.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que a ordem do comando da instituição é de desobstruir, o mais rápido possível, os pontos de bloqueio nas rodovias federais de todo o país.

A ordem é buscar o diálogo e uma solução pacífica com os manifestantes, para preservar a vida e a incolumidade física do maior número possível de pessoas. Havendo resistência desmedida por parte dos manifestantes, haverá uso da força.

Segundo a PRF, os manifestantes pararam o protesto na BR-010, em Açailândia. Também cessaram as manifestações no Km 132, também da BR-010, situado na cidade de Estreito. Outro trecho que também foi liberado pelos manifestantes foi o Km 6 da BR-135, em São Luís.

Protestos em rodovias

Grupos de caminhoneiros bolsonaristas começaram a fechar rodovias em ao menos 14 estados contra a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Jair Bolsonaro (PL) para a Presidência da República. Os bloqueios se iniciaram horas após o anúncio da vitória do petista, que foi oficializada às 19h57 de domingo (30).

Na manhã de segunda (31), a maior parte dos bloqueios era total, sem que qualquer veículo fosse liberado para passar nas vias tomadas pelos caminhoneiros. No entanto, houve locais onde veículos como ambulância ou carros de passeio eram autorizados pelos caminhoneiros a seguir viagem.

A maior parte das estradas onde houve bloqueios era federal, mas também houve atos em rodovias estaduais. Os bloqueios acontecem principalmente nos estados do Sul e do Centro-Oeste do país.

G1ma

 

Alexandre de Moraes ordena liberação imediata de rodovias bloqueadas

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes ordenou na noite desta segunda-feira (31) que a PRF (Polícia Rodoviária Federal) e policias militares dos estados desobstruam todas as rodovias bloqueadas desde ontem por caminhoneiros bolsonaristas, movimento que atinge mais de 20 estados no momento.
Moraes atendeu a um pedido da Confederação Nacional dos Transportes e do vice-procurador geral eleitoral.

Ele ressaltou que a decisão é de caráter imediato e, se não for cumprida, resultará em multa de R$ 100 mil para o diretor-geral da PRF, Silvinei Vasques, a partir da meia-noite do dia 1º de novembro. Além da penalidade, o ministro pede “afastamento do Diretor-Geral das funções e prisão em flagrante de crime” e fala em “omissão e inércia da PRF” para resolver a situação.

“Que sejam imediatamente tomadas, pela Polícia Rodoviária Federal e pelas respectivas polícias militares estaduais – no âmbito de suas atribuições – , todas as medidas necessárias e suficientes, a critério das autoridades responsáveis do poder executivo federal e dos poderes executivos estaduais, para a imediata desobstrução de todas as vias públicas que, ilicitamente, estejam com seu trânsito interrompido”, escreveu Moraes.

Justiça Federal

Decisões da Justiça Federal determinam a liberação de rodovias bloqueadas por caminhoneiros bolsonaristas em seis estados sob pena de multa.
As forças policiais deverão liberar as estradas federais no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás e Pará —na noite de hoje, havia 148 interdições e 95 bloqueios em vias federais em todos os estados brasileiros e Distrito Federal. Estradas estaduais também registravam pontos de bloqueio. Os pedidos foram feitos pela AGU (Advocacia Geral da República).

MN

Campanha de Lula discute transição com ministro da Casa Civil Ciro Nogueira

O coordenador de Comunicação da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência, Edinho Silva, e a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, ligaram nesta segunda-feira (31) para o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, para tratar da transição de governo. As informações são do Portal g1/Política.
Edinho divulgou nota em que falou sobre a conversa. Ele disse que ligou para Ciro Nogueira a pedido do próprio ministro.

“Mantive contato na tarde desta segunda-feira com o Ministro da Casa Civil Ciro Nogueira, a pedido do próprio, que de imediato se dispôs a conduzir o processo de transição representando o atual governo Bolsonaro”, afirmou Edinho, que também é prefeito de Araraquara.

Edinho classificou a postura de Nogueira como “republicana e democrática”.

“De imediato, repassei a informação para a deputada federal Gleisi Hoffmann, nossa coordenadora da campanha Lula presidente, para que os encaminhamentos necessários fossem combinados. Ressalto aqui a postura republicana e democrática do ministro Ciro Nogueira”, completou.

Gleisi Hoffmann

Depois de receber o retorno de Edinho, a deputada Gleisi Hoffmann ligou para Ciro Nogueira. Segundo ela, o ministro reforçou a disposição em ajudar na transição e disse que aguarda uma indicação do presidente Jair Bolsonaro sobre quem será o coordenador desse processo.

Gleisi afirmou que a equipe do presidente eleito lula também está escolhendo nomes para atuar na transição. De acordo com a presidente do PT, “foram algus passos para construir essa ponte de comunicação”.

A transição de governo é prevista em lei. O presidente eleito tem direito a montar uma equipe que, junto com a administração que está de saída, acompanha dados do governo e traça estratégias para o início do mandato, que começa no dia 1º de janeiro.
Lula foi declarado vencedor das eleições pelo TSE às 19h57 do domingo (30). Na noite desta segunda, 24 horas depois, o presidente Jair Bolsonaro ainda não havia se manifestado sobre o resultado e nem ligou para Lula. Tradicionalmente, candidatos derrotados costumam ligar para os vencedores.

MN

Prefeitura lança concurso com salário de até R$ 10 mil no Norte do Piauí

No estado do Piauí, a Prefeitura de Piracuruca divulga a abertura de um novo Concurso Público que tem como objetivo a admissão de profissionais que tenham nível superior.
De acordo com o edital, serão preenchidas 13 vagas distribuídas entre os cargos de Assistente Social (1); Fonoaudiólogo (2); Médico (2); Professor de Ensino Infantil e do Ensino Fundamental (3); Profissional de Educação Física (1); Psicólogo (2) e Terapeuta Ocupacional (2).

Para concorrer a uma das oportunidades, os candidatos devem comprovar a escolaridade exigida de nível superior na respectiva área, bem como registro no respectivo conselho de classe, idade mínima de 18 anos, dentre outros requisitos que constam no edital.

Aos profissionais admitidos, estes irão desempenhar funções em carga horária de 20 a 40 horas semanais e contarão com salários no valor de R$ 2.626,22 a R$ 10.182,40 ao mês.

Procedimentos para participação
Para participar, os interessados devem efetuar as inscrições a partir das 8h do dia 31 de outubro de 2022 até às 23h59 28 de novembro de 2022, exclusivamente via internet por meio do site do Instituto Legatus.
Vale ressaltar que o valor da taxa de inscrição no valor de R$ 200,00 deverá ser pago até o dia 29 de novembro de 2022. Entretanto, os candidatos que se enquadrarem nos requisitos especificados no edital poderão solicitar o pedido de isenção da taxa até o dia 3 de novembro de 2022.

Como forma de classificação, os candidatos serão submetidos a prova objetiva na data prevista de 8 de janeiro de 2023. Dito isto, o conteúdo programático será composto por questões de conhecimentos básicos e específicos.
O prazo de validade do presente Concurso Público será de dois anos, contado da homologação do resultado final, com possibilidade de prorrogação por igual período.

MN

Equatorial Maranhão continua com Plano Operacional para o segundo turno das Eleições 2022

O plano mobiliza mais de 1.300 profissionais e traz as ações estruturadas para máxima continuidade do fornecimento de energia no dia das eleições.

A Equatorial Maranhão continua com a efetivação do plano de operações para o segundo turno das Eleições 2022, a fim de assegurar o fornecimento de energia com qualidade e segurança, e dar agilidade ao restabelecimento do sistema caso ocorra alguma situação de falta de energia. No primeiro turno, a Distribuidora deu total suporte ao Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) e o Plano Operacional foi concluído com sucesso, garantindo o contínuo fornecimento de energia, e atuando rapidamente nas situações necessárias, durante este momento tão importante de exercício da cidadania.

A estratégia começou a ser organizada desde o mês de agosto e o trabalho em conjunto envolveu levantamento dos locais de votação e cartórios eleitorais, por parte do TRE-MA, e a realização de ações de manutenção preventiva e vistoria da rede elétrica, pela Equatorial, nos locais mapeados. Além disso, houve estruturação de canais de comunicação exclusivo entre Equatorial e o Tribunal e outras estratégias com objetivo de garantir que durante a votação o fornecimento de energia aconteça de forma plena, democrática e segura para todos os maranhenses.

O plano contempla 1.376 profissionais, dentre engenheiros, líderes, analistas, técnicos, controladores e eletricistas mobilizados para garantir a eficácia do plano. No próximo domingo, mais de 270 equipes estarão em campo, inclusive equipes mais estruturadas com linha viva (que realiza atividades sem precisar desligar a energia) e caminhões de manutenção que serão posicionados estrategicamente para atender eventuais ocorrências com maior agilidade. As equipes contam com tecnologia de última geração para garantir eficiência no processo de comunicação com o Centro de Operações Integradas (COI) e rapidez no atendimento.

A Desembargadora do TRE-MA Ângela Salazar ressalta que é de grande relevância o alinhamento com a Equatorial. “A Equatorial é um parceiro importantíssimo para esse processo, pois é quem fornece energia e assegura o processo de desenvolvimento. Estamos contando com atendimento eficaz para qualquer intercorrência que possa ocorrer. Nosso plano está alinhado com o plano logístico da Equatorial e agradecemos desde já porque sabemos que seremos atendidos imediatamente se por acaso ocorrer alguma interrupção no fornecimento da energia durante as eleições ou pós eleições”, destacou a Desembargadora.

Para a Gerente de Relacionamento com Clientes da Equatorial Maranhão, Francila Soares, as estratégias elaboradas no plano garantiram mais confiabilidade para o processo de eleições no primeiro turno e seguem para o segundo turno. “O Plano Operacional para Eleições 2022, no primeiro turno, foi considerado um grande sucesso por todos os profissionais que estiveram trabalhando durante o domingo de votação. Nós mantivemos um técnico experiente dentro do TRE, acompanhando as eleições das 7h da manhã até a apuração dos votos por completo, além de cerca de 270 equipes espalhadas em pontos estratégicos de todo o Maranhão, dando suporte ao nosso sistema. Ao todo, quase 1.400 profissionais estavam envolvidos, organizados de forma estratégica no estado, para que as eleições acontecessem de forma plena e segura. Agora para o segundo turno, nós continuamos fazendo as manutenções preventivas e esse efetivo de colaboradores será mantido. E cabe destacar que a Central de Atendimento da Equatorial funcionará 24 horas, com uma senha exclusiva dedicada a todos os profissionais do TRE, para facilitar o contato direto. ”, enfatizou Francila.

O Centro de Operações Integradas (COI) da Equatorial Maranhão mantém contato contínuo com as equipes operacionais, e assim realizam os atendimentos necessários em menor tempo possível. E conta com um sistema automatizado que proporciona maior celeridade nas ações necessárias para manobras do sistema elétrico. O uso de equipamentos de automação permite que a detecção, o isolamento, a restauração de falhas na rede elétrica e eventuais manobras sejam executadas a distância e em tempo real diretamente do COI. Assim, a união de esforços entre a Equatorial Maranhão e o TRE visa garantir de forma segura e organizada a realização do processo eleitoral para todos os maranhenses.

Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão

Maranhão tem interdições em rodovias federais e protestos contra resultado das urnas após derrota de Bolsonaro

O Maranhão tem quatro trechos bloqueados em rodovias federais devido a manifestações nesta segunda-feira (31). Os atos tiveram início na noite de domingo (30) logo após os resultados do segundo turno das eleições, que terminou com a derrota de Jair Bolsonaro (PL) e vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A primeira interdição total começou por volta das 14h30, no km-320, da BR-010 em Açailândia, cidade localizada a 562 km de São Luís. O município é considerado um dos redutos bolsonaristas no Maranhão. Neste segundo turno das eleições, a cidade foi uma das únicas três em que o Jair Bolsonaro venceu no Estado.

A segunda interdição total aconteceu por volta das 16h56, no km-6, da BR-135, em São Luís. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), não houve desvios no local. A interdição terminou por volta das 19h30.

Nas imagens compartilhadas pela PRF, era possível ver vários manifestantes com camisetas do Brasil e bandeiras do país nas duas manifestações. Na BR-135, os manifestantes chegaram a colocar pneus no meio da via para impedir a passagem dos motoristas.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os manifestantes, que são apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), demonstram insatisfação com o resultado das eleições e não há a participação de caminhoneiros. A manifestação conta com a presença de pessoas e cerca de oito veículos, tipo caminhonetes.

A terceira interdição teve início por volta das 17h40, no km 407 da BR-230, em Balsas, no Sul do Maranhão. Segundo a PRF, a interdição parcial acontece nos dois sentidos por manifestantes em veículos de grande porte. Não há informações de extensão do congestionamento e sem desvio proposto.

A quarta interdição foi feita no km 132 da BR-010, na cidade de Estreito, no Sudoeste do Maranhão. De acordo com a PRF, ambos os lados da rodovia estão totalmente interditados por manifestantes em veículos de grande porte.

Veja a lista de bloqueios no MA, atualizada às 19h37:

BR-010, km 320 (Açailândia)

BR-135, km 6 (São Luís)

BR-230, km 407 (Balsas)

BR-010, km 132 (Estreito)

Protestos em rodovias

Grupos de caminhoneiros bolsonaristas começaram a fechar rodovias em ao menos 14 estados contra a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Jair Bolsonaro (PL) para a Presidência da República. Os bloqueios se iniciaram horas após o anúncio da vitória do petista, que foi oficializada às 19h57 deste domingo (30).

Nesta manhã, a maior parte dos bloqueios era total, sem que qualquer veículo fosse liberado para passar nas vias tomadas pelos caminhoneiros. No entanto, houve locais onde veículos como ambulância ou carros de passeio eram autorizados pelos caminhoneiros a seguir viagem.

A maior parte das estradas onde houve bloqueios era federal, mas também houve atos em rodovias estaduais. Os bloqueios acontecem principalmente nos estados do Sul e do Centro-Oeste do país.

G1ma

Acusado de matar a companheira dentro de casa em Codó é condenado a 12 anos 

Um homem, identificado como Jhonata Mourão da Silva, foi condenado a 12 anos de reclusão, pelo crime de feminicídio. A vítima, Lília Rafaela Santos da Silva, foi morta no dia 15 de novembro de 2018, na cidade de Codó, a 339 km de São Luís.

O réu foi julgado pelo Tribunal do Júri da 3ª Vara da Comarca de Codó, que tem como titular a juíza Flávia Barçante. A sessão foi realizada no Salão do Júri do Fórum Etelvina Ribeiro Gonçalves.

De acordo com a denúncia do caso, o crime aconteceu em 15 de novembro de 2018, no bairro São Pedro, em Codó, quando Jhonata disparou um tiro de fogo contra Lília Rafaela, no terraço da residência do casal. Dessa forma, restou configurada violência doméstica e familiar contra a mulher.

O réu e a vítima viviam em relação estável há quatro meses e, segundo testemunhas, durante esse tempo, o casal tinha constantes atritos e discussões.

Ainda de acordo com o inquérito policial, no dia do crime, Jhonata chegou em casa, não encontrando a sua companheira, motivo que teria deixado ele furioso, pois ela teria deixado a casa trancada e levado a chave. Ele, então, teria subido até o telhado e entrado na casa, juntando algumas peças de roupa de Lília e colocado em uma bolsa. Depois a vítima chegou em casa e os dois travaram discussão, momento em que Jhonata armou-se de uma espingarda e disparou contra Lília Rafaela, que caiu já sem vida.

O inquérito narrou que, após ter cometido o crime, Jhonata foi até a igreja, como se nada tivesse acontecido, indo rezar pela companheira que tinha acabado de assassinar. Nesse instante, a polícia chegou e prendeu o homem, que apresentava manchas de sangue nas mãos. Ele confessou a autoria do delito.

Jhonata Mourão estava preso há 3 anos e 11 meses, tempo diminuído da pena imposta a ele, restando 8 anos e 20 dias de reclusão.

G1ma

Flávio Bolsonaro fala pela primeira vez após a derrota do pai

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi o primeiro dos filhos do presidente Jair Bolsonaro a se pronunciar sobre o resultado da eleição presidencial no domingo, 30, na qual o seu pai foi derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva.
O tuíte, no entanto, é ambíguo e não chega a ser um reconhecimento do resultado da eleição.

“Obrigado a cada um que nos ajudou a resgatar o patriotismo, que orou, rezou, foi para as ruas, deu seu suor pelo país que está dando certo e deu a Bolsonaro a maior votação de sua vida! Vamos erguer a cabeça e não vamos desistir do nosso Brasil! Deus no comando!”, postou.

Quase 24 horas após o fim da votação, o presidente ainda não se pronunciou sobre a derrota.
Antes de Flávio, apenas a primeira-dama Michelle Bolsonaro havia postado nas redes sociais, mas para esclarecer o fato de ela e o presidente terem deixado de se seguir no Instagram — basicamente para dizer que eles continuam juntos e que os perfis do presidente são administrados por outras pessoas.

No primeiro dia depois da eleição, o presidente Jair Bolsonaro manteve-se em silêncio. Sem reconhecer a derrota nem fazer qualquer tipo de manifestação sobre a eleição, o presidente reuniu-se com ministros no Palácio do Planalto para avaliar os próximos passos. Enquanto isso, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva manteve uma agenda leve, ainda voltada ao recebimento dos cumprimentos de chefes de Estado estrangeiros. O petista almoçou com o presidente argentino Alberto Fernandez, que esteve em São Paulo, e conversou por telefone com vários líderes.

Veja

‘Estaremos sempre juntos, nos amando’, diz Michelle após suposto unfollow

A primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (31) que ela e o presidente Jair Bolsonaro (PL) seguem “firmes, unidos, crendo em Deus e crendo no melhor para o Brasil”.
O pronunciamento vem após ela e o marido supostamente deixarem de se seguir nas redes sociais, o que causou burburinho na internet.

“Esclarecendo a matéria de hoje sobre o meu marido ter deixado de me seguir em seu Instagram, conforme o Jair explicou em várias ‘lives’ quem administra essa rede não é ele”, escreveu ela nos stories do Instagram.

E seguiu: “Eu e meu esposo seguimos firmes, unidos, crendo em Deus e crendo no melhor para o Brasil. Estaremos sempre juntos, nos amando ‘na alegria e na tristeza…’. Que Deus abençoe a nossa amada nação”.
Antes de se pronunciar sobre o suposto unfollow, Michelle publicou um trecho da Bíblia, em sua primeira manifestação após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Salmos 117: Louvai ao senhor todas as nações, louvai-o todos os povos. Porque a sua benignidade é grande para conosco, e a verdade do Senhor dura para sempre. Louvai ao Senhor”, afirmou a primeira-dama.
No dia seguinte à derrota nas eleições, o presidente Bolsonaro deixou por volta das 9h30 desta segunda o Palácio da Alvorada e se dirigiu para o Palácio do Planalto. Ele ainda não deu declarações.

Pela manhã, chegaram logo cedo ao Alvorada o seu filho mais velho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o ajudante de ordens, tenente-coronel Mauro Cid e o vice em sua chapa, general Walter Braga Netto.

No domingo (30), após a vitória de Lula, aliados do presidente disseram não haver clima para contestação do pleito, apesar de o atual presidente ter passado o mandato lançando dúvidas sobre o sistema eleitoral brasileiro e já ter ameaçado anteriormente não reconhecer o resultado das eleições.

O ajudante de ordem do presidente, Mauro Cesar Cid, avisou à noite a ministros do governo que tentaram falar com Bolsonaro que ele havia ido dormir. Logo depois, às 22h06, as luzes do Palácio da Alvorada foram apagadas.

MN